A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) está participando da Expo Favela Innovation MT 2024, realizada no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. O evento começou nesta sexta-feira (07.06) e termina neste sábado (08.06).
Durante os dois dias de evento, a equipe do ensino médio da Seduc apresenta amostras de material didático escolar, robótica educacional, Chromebooks, entre outros recursos.
O objetivo da Seduc é promover a divulgação das políticas educacionais ações que fazem parte do Plano EducAção 10 Anos, que objetiva colocar a rede estadual de ensino entre as cinco redes públicas mais bem avaliadas no país até 2032.
A feira, que reúne 60 empreendedores do Estado, é considerada o maior evento de empreendedorismo entre favelas no mundo. Com entrada gratuita, a Expo Favela apresenta projetos, startups e negócios nas áreas de culinária, arte, cultura, ciência, educação e muito mais.
O presidente da Central Única das Favelas de Mato Grosso (Cufa-MT), Anderson Zanovello, destacou a importância da presença da Educação no evento. Ele ressaltou que a educação é fundamental e que a participação da Seduc é um sinal positivo de que as políticas educacionais estão sendo eficazes.
Os estudantes presentes na feira elogiaram o trabalho da Seduc nas escolas. Manoela Lima, de 14 anos, destacou a importância da presença da Secretaria no evento, ressaltando que a Educação é acessível a todos.
Lucas Jorge Souza, de 16 anos, afirmou que todos os recursos disponíveis no estande da Seduc na feira estão presentes em sua escola, demonstrando o compromisso da Secretaria em fornecer os melhores materiais didáticos e uniformes aos alunos.
“É muito bacana o trabalho que a Seduc leva nas escolas. Tudo que tem aqui no estande, eu recebi. Não tem desculpa para aprender, temos os melhores materiais didáticos e até uniformes, sendo que antigamente as pessoas tinham que comprar”, finalizou Lucas. Foto: Assessoria
O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá realiza nesta terça-feira (04), às 9h, o julgamento de Junio Santos da Silva, acusado pelo assassinato da mulher trans conhecida pelo nome social Gisa (Gerardo Ribeiro Lima Junior). A sessão será realizada no Fórum de Cuiabá e contará com a atuação, pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), do promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o réu responde por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de asfixia, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e a imputação da qualificadora de menosprezo ou discriminação à condição de mulher, por se tratar de crime praticado contra mulher trans em contexto de discriminação de gênero. Segundo o MPMT, na madrugada de 7 de abril de 2024, em um terreno baldio localizado na Rua Professora Tereza Lobo, no bairro Consil, em Cuiabá, Gisa foi agredida com extrema violência, sofrendo diversos golpes na cabeça e sendo posteriormente asfixiada, lesões que causaram sua morte. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe, mediante emprego de meio cruel e com utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima. O Ministério Público também apontou que a ação criminosa ocorreu em razão da condição de mulher transgênero da vítima, circunstância que ensejou a imputação da qualificadora de menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Ainda segundo o Ministério Público, a investigação apontou que o acusado teria reagido de forma violenta ao descobrir que Gisa era uma mulher trans, circunstância que será apreciada pelos jurados durante o julgamento. A materialidade do crime foi comprovada por laudos periciais, imagens de câmeras de segurança e demais elementos reunidos durante a investigação. Na sentença de pronúncia, a Justiça reconheceu a existência de indícios suficientes de autoria e determinou que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri pelos crimes descritos na denúncia ministerial. O réu foi localizado e preso em novembro de 2024, no município de Matozinhos (MG), permanecendo custodiado desde então. Durante a fase de investigação, conforme registrado nos autos, ele admitiu a prática do crime em depoimento à polícia, embora tenha permanecido em silêncio durante o interrogatório judicial.
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