Mato Grosso

Secretaria de Saúde de MT é a primeira do país a receber treinamento descentralizado em análise espacial para vigilância em saúde

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Cerca de 30 servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) assistiram, nesta quarta-feira (3.9), a aula inaugural do curso de Análise Espacial aplicada à Vigilância em Saúde e Ambiente, promovido pelo Ministério da Saúde.

São dez técnicos do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Mato Grosso (Cievs), 11 da Superintendência de Vigilância em Saúde, quatro da Superintendência de Atenção à Saúde, dois do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-MT), um do Serviço de Inteligência Estratégica para Gestão (Sieges), além de um profissional da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá e outro de Várzea Grande.

Mato Grosso é o primeiro Estado a receber essa capacitação em formato piloto de descentralização, pois antes o curso era oferecido apenas em Brasília, por meio de edital de seleção para todo o Brasil. Assim, a equipe vai usar mapas para monitorar e prever o avanço de doenças e outros agravos em Saúde Pública.

Segundo o responsável técnico pelo Cievs, Menandes Alves de Souza Neto, a parceria pioneira da SES com o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) vai qualificar os profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso e modernizar a Vigilância em Saúde no Estado.

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“Com esse tipo de análise, o Estado poderá planejar ações de forma mais ágil, otimizando a alocação de recursos e equipes em seu vasto território. Este avanço representa um passo fundamental para fortalecer a capacidade de resposta a emergências e garantir um cuidado mais eficaz para a população”, destacou Souza Neto.

De acordo com a coordenadora-geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços do Ministério da Saúde, Vivian Gonçalves, esse curso é híbrido, com aulas presenciais e uma parte em modalidade de Ensino à Distância (EaD), e carga horária de 80 horas.

“É a primeira turma descentralizada que o Profepi [Programa de Fortalecimento da Epidemiologia nos Serviços de Saúde] faz. A nova estratégia está sendo denominada de Profepi-UF. No curso, os alunos vão utilizar softwares livres para poder fazer esse tipo de análise, disponibilizados e ensinados pelas professoras”, explicou.

Para a formação, o Ministério da Saúde contratou as especialistas Mônica Magalhães e Renata Carrijo, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICICT) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), como professoras. Os alunos farão ainda atividades práticas baseadas na realidade local de Mato Grosso.

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“Os cursistas vão trabalhar com os dados locais, o que faz muito mais sentido dentro da rotina de trabalho deles. Então, a ideia é que o grupo se divida em grupos menores e faça um trabalho final, que vai ser prático: vão fazer uma análise de situação de saúde de algum tema relevante e identificar como está distribuído esse agravo, doença ou até mesmo alguma característica ambiental dentro do Estado. Então a gente espera que eles possam replicar isso no dia a dia também para outras situações no serviço”, concluiu Vivian.

O curso deverá ser concluído em dezembro deste ano. Depois disso, os profissionais estarão aptos a utilizar as ferramentas para aprimorar o monitoramento no Estado e a compartilhar o conteúdo com outros servidores.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mostra Estadual de Ciências e Tecnologia terá etapas regionais para ampliar participação de estudantes

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Em 2026, a XVIII Mostra Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (MECTI), promovida pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT), será realizada de forma regionalizada em Mato Grosso. A intenção é ampliar o acesso de estudantes de diferentes municípios e potencializar a participação maior de escolas públicas e privadas. As inscrições seguem disponíveis online aqui (clique).

Na décima oitava edição, a Mecti será dividida em seis etapas regionais classificatórias, distribuídas nos polos de Campo Verde, Sorriso, Água Boa, Juara, Cuiabá e Cáceres. Cada regional reunirá projetos desenvolvidos por estudantes do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Técnico, nas categorias Ciências, Engenharias e Economia Criativa.

Nas etapas regionais, poderão ser selecionados até 60 trabalhos por região, sendo até 30 para apresentações presenciais e até 30 para apresentações on-line. Os projetos serão avaliados por um comitê científico com base em critérios como inovação, impacto social, sustentabilidade, potencial de implementação e relevância da pesquisa apresentada.

Os trabalhos com melhor desempenho nas regionais avançarão para a etapa estadual da XVIII MECTI, prevista para ocorrer em Cuiabá durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). Ao todo, serão classificados 18 projetos por regional, totalizando 108 trabalhos finalistas em todo o Estado.

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Durante o evento da etapa final, a XVIII MECTI premiará os autores dos projetos destaques com smartphones para os primeiros colocados de cada categoria/nível (9 projetos no total); 20 bolsas de Iniciação Científica Júnior (ICJr), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat); e credenciamento para a FEBRACE, a maior feira de ciências e engenharia do país, para os destaques do Ensino Médio e Técnico. Além disso, todos os participantes recebem certificado de participação.

Prazo para as inscrições

As primeiras etapas ocorrerão nas regionais Sudeste, em Campo Verde, e Norte, em Sorriso, com inscrições abertas entre os dias 11 e 25 de maio. Já as regionais Nordeste, em Água Boa, e Noroeste, em Juara, terão inscrições entre 8 de junho e 3 de julho. As etapas Centro-Sul, em Cuiabá, e Sudoeste, em Cáceres, terão as inscrições abertas entre os dias 27 de julho e 17 de agosto. É preciso atentar-se ao edital para os prazos de divulgação dos resultados de cada regional.

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As inscrições são gratuitas e realizadas exclusivamente pela internet, mediante preenchimento do formulário on-line e envio dos documentos exigidos no regulamento. Cada projeto poderá contar com até dois participantes, sendo um estudante e um professor orientador, e cada aluno poderá participar de apenas um projeto. Além disso, as propostas devem ser inscritas nas categorias Ciências, Engenharias ou Economia Criativa, seguindo as normas estabelecidas no edital da mostra.

Acesse o edital aqui (clique).

Fonte: Governo MT – MT

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