Mato Grosso

Secom estreia Jornal da Nova na grade da programação da Rádio 105.3 FM

Publicado em

A Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) estreou, nesta sexta-feira (8.8), a primeira edição do Jornal da Nova, programa jornalístico que integra a grade da Rádio Nova FM.

O primeiro entrevista do programa foi o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Roveri. O jornal matutino da Rádio Nova FM vai ao ar às 7h, de segunda a sexta-feira.

“É sempre uma alegria ver um novo veículo de comunicação começando as suas atividades. Tenho certeza de que o jornal trará uma grande contribuição com informações relevantes e importantes para a Baixada Cuiabana e todo o Estado de Mato Grosso. Parabéns a todos! Tenho certeza de que será um grande sucesso, mas esse programa”, afirmou o governador Mauro Mendes para a primeira edição do programa.

A secretária de Comunicação, Laice Souza, destacou que a comunicação pública de Mato Grosso vai ganhar com a estreia do jornal.

“A estreia do Jornal da Nova reforça o compromisso da Rádio Nova FM com a informação responsável, acessível e próxima da comunidade. Acreditamos no poder do rádio como ferramenta de cidadania e, com esse novo jornal, queremos estar ainda mais presentes no cotidiano das pessoas, oferecendo conteúdo relevante, apurado e de interesse público desde as primeiras horas do dia”, pontuou.

Leia Também:  Governador e primeira-dama impulsionam conexão entre MT e Emirados Árabes durante evento mundial

Filiada à Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), a Rádio Nova FM está no ar pela frequência 105,3 FM e também está disponível pelo YouTube – clique aqui para assistir.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Após 19 anos, júri condena réu que matou trabalhador por engano

Published

on

Nesta segunda-feira (24), o Tribunal do Júri de Várzea Grande julgou um homicídio ocorrido em 9 de maio de 2007. Quase duas décadas depois, Antônio Wilson Ribeiro foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, à pena de 13 anos de reclusão.
O caso teve origem em um episódio anterior. Anos antes, uma clínica odontológica havia sido alvo de um crime, ocasião em que uma funcionária chegou a ser feita refém. Tempos depois, William Batista Luz, paciente do estabelecimento, foi confundido com o autor daquela ocorrência.
Em 9 de maio de 2007, William retornou à clínica para dar continuidade ao tratamento odontológico. A suspeita de que ele seria o antigo criminoso desencadeou uma sequência de acontecimentos que terminou em sua morte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, William foi algemado e retirado da clínica por um grupo de homens. A partir daquele momento, nunca mais foi visto.
Seu corpo jamais foi localizado.
A investigação, contudo, reuniu uma cadeia de evidências sobre a dinâmica dos fatos e a participação do acusado. Foram apresentados ao Conselho de Sentença depoimentos de testemunhas presenciais, elementos sobre os vínculos entre os envolvidos, dados relativos à presença do réu no contexto do crime e informações relacionadas ao veículo utilizado na retirada da vítima.
A inexistência do cadáver não impediu o reconhecimento da materialidade. O desaparecimento definitivo, as circunstâncias em que William foi visto pela última vez e o conjunto probatório permitiram a reconstrução do homicídio. A morte da vítima também foi reconhecida judicialmente como presumida, com a correspondente emissão de certidão de óbito.
Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese do Ministério Público e reconheceram a responsabilidade de Antônio Wilson Ribeiro pelo homicídio qualificado e pela ocultação do cadáver.
O caso também evidencia um ponto essencial: justiçamento não é Justiça. Ninguém pode investigar, julgar, condenar e executar uma pessoa por conta própria. O monopólio legítimo da aplicação da lei pertence ao Estado, justamente para impedir que a vingança privada substitua o devido processo legal.
Dezenove anos depois, mesmo sem a localização do corpo de William, o Tribunal do Júri apresentou sua resposta.
É possível esconder um cadáver. A verdade dos fatos e a resposta da Justiça, não.

Leia Também:  Operação Lei Seca fiscalizou 200 veículos e prende um condutor

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA