Mato Grosso

Seciteci promove concurso de coreografia para clipe oficial entre alunos das Etecs

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT) lançou o concurso cultural para escolher a melhor coreografia da música oficial da instituição. O edital foi publicado nesta quinta-feira (12.3) e é destinado aos estudantes das 17 Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de Mato Grosso. As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de março, por meio de formulário online.

O concurso é realizado no âmbito do Projeto Arteduf e tem como objetivo estimular a criatividade e a integração entre os estudantes. De acordo com o edital, as coreografias deverão ser desenvolvidas prioritariamente pelos professores de Artes e de Educação Física vinculados ao projeto.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, destaca a importância da participação de todas as Etecs, como uma ação de integração.

“O lançamento desse concurso é uma forma de envolver diretamente nossos estudantes com a Seciteci. A música oficial representa a nossa rede e nada mais justo do que ver os próprios alunos dando vida a ela por meio da dança, da criatividade e do trabalho coletivo. Queremos que cada escola participe e transforme essa iniciativa em um grande movimento de integração nas nossas Etecs”, destacou o secretário.

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Ainda de acordo com o regulamento, as coreografias deverão ser apresentadas em formato de vídeo, com duração máxima de 1 minuto e 30 segundos. Cada equipe deverá ser composta por no máximo 35 estudantes, devidamente uniformizados. Já o vídeo precisa ser armazenado em um drive e o link disponibilizado no momento da inscrição.

O resultado final será divulgado no dia 31 de março, por meio da Superintendência de Educação Profissional e Tecnológica (SEPT), que encaminhará a comunicação oficial por e-mail às escolas participantes.

Para o primeiro lugar, a premiação inclui uma viagem em ônibus de turismo para qualquer município de Mato Grosso, com despesas de alimentação e hospedagem custeadas; um computador do programa Recytec para a Etec vencedora; além de um celular Redmi A5 128GB para o professor de Artes e outro para o professor de Educação Física do Projeto Arteduf.

Já as equipes classificadas em segundo e terceiro lugar receberão um computador do Recytec para a Etec, além de um celular Redmi A5 128GB para o professor de Artes e outro para o professor de Educação Física do Arteduf.

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Para o coordenador do Projeto Arteduf, a proposta fortalece o protagonismo estudantil nas Etecs.“O concurso é uma forma de mobilizar as escolas, envolver professores e estudantes e mostrar que a educação profissional também é espaço para arte, cultura e expressão. A coreografia da música da Seciteci será construída coletivamente pelos próprios alunos da nossa rede”, afirmou.

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Link para clipe oficial da Seciteci: clique

Fonte: Governo MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Pai Presente: privados de liberdade reconhecem paternidade durante audiência online em Cáceres

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Dois pais privados de liberdade deram um passo decisivo, nesta terça-feira (4), para fazer parte da vida de suas filhas. Durante audiências de reconhecimento espontâneo de paternidade realizadas pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Cáceres (218km de Cuiabá), ambos garantiram às crianças o direito de terem o nome do pai e dos avós paternos na certidão de nascimento.
As audiências integram a programação do Mutirão Pai Presente, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os tribunais de Justiça de todo o país, entre os dias 3 e 7 de julho. As audiências foram realizadas por videoconferência com os pais, que estão custodiados na Cadeia Pública de Cáceres. A sessão foi conduzida pela mediadora Débora Ferreira da Silva Lizieri, com a participação do defensor público Antônio Góes de Araújo.
Embora compartilhem a mesma condição de privação de liberdade e de terem conhecido as filhas por meio de uma tela de computador, suas histórias têm caminhos diferentes.
Na primeira audiência, um pai já maduro, que vive em união estável com a mãe da criança desde junho de 2025, mas foi preso cerca de dois meses antes do nascimento da menina, ocorrido em 10 de julho deste ano. Não acompanhou a reta final da gestação, o parto e nem pôde segurá-la nos braços.
Logo após a assinatura do termo de reconhecimento, fez uma pergunta emocionada: “Posso ver minha filha?” Sua mulher então mostrou a bebê para ele, que chorou e fez uma oração, pedindo a Deus que cuidasse da menina e que ela nunca se esquecesse dele.
Além do reconhecimento da paternidade, o casal solicitou a formalização da união estável, existente desde junho de 2025. A medida permitirá que a mãe seja orientada pela Defensoria Pública para requerer autorização judicial para visitar o pai na unidade prisional com a criança, possibilitando o primeiro encontro presencial entre os dois.
Na segunda audiência, um jovem pai também viu pela primeira vez a filha, nascida em 10 de junho de 2026. Diferentemente do primeiro caso, os jovens pais não mantêm um relacionamento. Após o reconhecimento voluntário, a mãe foi orientada a procurar a Defensoria Pública para receber assistência jurídica quanto ao pedido de pensão alimentícia, garantindo à criança todos os direitos decorrentes da filiação.
Em ambos os casos, o reconhecimento foi consensual, dispensando a necessidade de uma ação judicial.
Com a homologação dos acordos, o Poder Judiciário de Mato Grosso encaminhará os termos aos cartórios para inclusão do nome dos pais e dos avós paternos nos registros civis das crianças.
Como os casos chegaram ao Cejusc
As duas situações tiveram origem nos próprios cartórios de registro civil. Durante o atendimento, as mães informaram o nome completo e o endereço dos supostos pais. O cartório enviou os dados para o Poder Judiciário, que viabilizou o reconhecimento da paternidade por meio do Mutirão Pai Presente.
A conciliadora Débora Ferreira da Silva Lizieri explica que esse procedimento é comum. “De 100% dos casos de investigação de paternidade, cerca de 30% terminam em reconhecimento espontâneo. Esses dois exemplos ocorreram porque os pais estavam privados de liberdade e não puderam estar presentes no momento do registro da criança no cartório.”
Tecnologia que garante direitos
O defensor público Antônio Góes de Araújo destacou que a realização das audiências por videoconferência permitiu assegurar um direito fundamental às crianças. “Graças à tecnologia conseguimos realizar as audiências de forma remota. O nome do pai no registro de nascimento é importante para as crianças, para o reconhecimento da sua origem e, em última análise, é uma situação que promove unidade familiar.”
Direito à identidade
O Mutirão Pai Presente busca ampliar o acesso ao reconhecimento voluntário de paternidade em todo o Brasil, garantindo às crianças e aos adolescentes o direito à identidade, à convivência familiar e aos direitos decorrentes da filiação, como alimentos, herança e benefícios previdenciários.
Em Mato Grosso, todas as comarcas participam da mobilização ao longo desta semana, oferecendo atendimento para reconhecimento espontâneo de paternidade, mediação e orientação às famílias.

Autor: Marcia Marafon

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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