Mato Grosso

Rede Cidadã promove inclusão social e cultural para 280 crianças em Cuiabá

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O programa Rede Cidadã, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), já proporcionou a 280 crianças e adolescentes a experiência de passar um dia participando de atividades no Shopping Estação, em Cuiabá.

A iniciativa busca promover a inclusão social e despertar, nos participantes, novos olhares para realidades distintas das que estão habituados a vivenciar.

Desde julho do ano passado, já foram realizados oito passeios em grupos de cerca de 30 pessoas. O último passeio ocorreu nesta quinta-feira (29.08). Segundo a coordenadora do programa, Wilma Wellen Camilo Fernandes, as crianças e adolescentes tem acesso à cultura, atividades recreativas, conhecimentos sobre sustentabilidade e entre outras atividades.

“Os alunos se sentem muito especiais com o acolhimento recebido durante o passeio. Além disso, têm acesso a diversas formas de cultura, como sessões de cinema, momentos de teatro e visitas a uma livraria. Eles também conhecem o projeto de sustentabilidade do shopping, incluindo o apoio a projetos sociais, e desfrutam de muita diversão nos brinquedos disponíveis. O shopping elabora um cronograma em parceria com os lojistas e ainda oferece almoço, sobremesa e lanche”, afirmou.

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Para as crianças e adolescentes do Rede Cidadã, a visita ao shopping representa uma oportunidade de vivenciar experiências inéditas. É o caso da estudante Elisa Ferreira, que comentou sobre a importância do programa. “A Rede Cidadã me proporciona momentos incríveis. Nunca imaginei viver isso, estar com tantas pessoas, aprendendo coisas que gosto, como música e passeando no shopping. Gostei bastante, me diverti muito. Foram muitas brincadeiras e conhecimentos”.

André Alves de Assis, que visitou o shopping pela primeira vez, também compartilhou sua experiência: “É a primeira vez que venho e gostei do passeio com os amigos, do cinema, dos games e dos lanches”.

Com 950 crianças e adolescentes matriculados nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Cáceres e Nova Olímpia, o programa oferece atividades esportivas, artísticas, além de capacitações e acompanhamento educacional e psicossocial.

As ações têm como prioridade estudantes com idades entre 10 e 17 anos, que vivem em risco ou situação de vulnerabilidade social.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso amplia acesso a procedimentos cardiovasculares pelo SUS no Hospital Central

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Com o início do serviço de hemodinâmica, o Hospital Central de Alta Complexidade amplia a oferta de procedimentos cardiovasculares pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Mato Grosso, incluindo o atendimento a crianças com doenças cardíacas congênitas. Com essa tecnologia, são realizadas intervenções minimamente invasivas, ou seja, sem a necessidade de cortes cirúrgicos, com maior precisão e trazendo uma recuperação mais ágil aos pacientes.

A hemodinâmica é uma técnica médica que consiste na introdução de catéteres nos vasos sanguíneos para a realização de exames diagnósticos e intervenções terapêuticas com visualização em tempo real. Ela também será adotada em outras especialidades no Hospital Central, como neurologia e cirurgia vascular. A previsão é oferecer, a partir de julho, 240 procedimentos somente na área cardíaca para adultos e crianças.

Na cardiologia, a tecnologia reforça o processo de implantação progressiva da área médica no Hospital Central. No atendimento pediátrico, o diferencial é permitir tratar doenças do coração em crianças, usando uma técnica de menor risco que a cirurgia convencional em boa parte dos casos.

“Estamos contentes pois, até o final de julho deste ano, teremos o Hospital Central atuando em operação plena. Isso quer dizer que a unidade estará ofertando todas as especialidades e procedimentos para a qual foi vocacionada e isso, sem dúvidas, irá beneficiar grandemente toda a rede de saúde de Mato Grosso”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

A diretora do Hospital Central, Alessandra Bokor, reforça que a oferta da hemodinâmica está alinhada ao perfil assistencial da unidade. “Estamos estruturando essa linha de cuidado de forma progressiva, com a incorporação de tecnologias que ampliam o acesso a procedimentos de alta complexidade e permitem tratamentos mais seguros e resolutivos para a população”.

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O coordenador de Medicina Diagnóstica do Hospital Central, Matheus Horie, esclarece como é empregada a hemodinâmica. “É aplicada em exames chamados de arteriografias e angiografias. Permite a realização de cateterismo em diferentes vasos do corpo, com uso de contraste e análise das imagens em tempo real para diagnóstico. A partir dessa mesma via, também é possível realizar tratamentos endovasculares, muitas vezes de forma minimamente invasiva”.


Na unidade, a hemodinâmica é realizada por uma equipe de 18 profissionais especialistas habilitados na operação dos equipamentos. O time é composto por hemodinamicista (cardiologista especializado) adulto e pediátrico, radiologista intervencionista, neurorradiologista intervencionista, cirurgião endovascular e eletrofisiologista.

As duas máquinas de hemodinâmica do Hospital Central serão usadas em áreas distintas. A que entrou em operação no final de abril foi, inclusive, utilizada para tratar três crianças com doenças cardíacas congênitas.

“Elas foram submetidas à hemodinâmica para corrigir uma malformação congênita chamada persistência do canal arterial. Sem o procedimento, elas poderiam se tornar cardiopatas, mas, tratando agora, minimizamos esse risco”, relata Matheus Horie. Os procedimentos ocorreram nos dias 23 e 24 de maio.

Entre pacientes adultos e crianças, cerca de 60 procedimentos de hemodinâmica já foram feitos no hospital, tanto terapêuticos quanto para diagnósticos. Um paciente de 59 anos de idade, morador de Vila Rica (1.160 km distante de Cuiabá), foi um dos beneficiados. Ele deu entrada no Hospital Central, no final de maio, com suspeita de infarto, trazido a Cuiabá por transporte aéreo. O diagnóstico foi confirmado e, na sequência, foi submetido ao cateterismo para desobstrução da artéria coronária. Poucos dias depois, apresentou boa recuperação durante sua permanência da Unidade de Terapia Intensiva e recebeu alta hospitalar.

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O Hospital Central de Alta Complexidade é uma unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita. Todo seu atendimento é gratuito e feito 100% pelo SUS.

Sobre o Einstein

O Einstein Hospital Israelita é considerado o 16º melhor hospital do mundo e 1º da América Latina, segundo o ranking The World’s Best Hospitals 2026, elaborado pela revista Newsweek em parceria com a empresa de dados Statista Inc.

Com sede em São Paulo, a organização, fundada em 1955, é referência em assistência, pesquisa, inovação e ensino, com base na responsabilidade social.

Há 25 anos, atua no Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da gestão de unidades públicas – que contemplam, hoje, além de hospitais, unidades de atenção primária, Centros de Atenção Psicossocial e Serviços de Residência Terapêutica, de atenção ambulatorial especializada e de urgência e emergência – e da execução de projetos por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde.

Fonte: Governo MT – MT

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