O projeto Vagalúmens chega a Mato Grosso para ensinar jovens alunos de escolas estaduais, educadores, artistas e ao público em geral a criar imagens luminosas com as próprias mãos. Com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) via emenda parlamentar, as oficinas de projeções analógicas serão oferecidas gratuitamente. As inscrições se encerram no dia 3 de dezembro – clique aqui para se inscrever.
As atividades serão realizadas no Ateliê Livre do Museu de Arte e Cultura Popular, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em dezembro. A proposta é ampliar repertórios visuais e despertar a potência criativa de cada pessoa por meio de luz, transparências e engenhosidades manuais, mostrando que inovação não depende apenas de equipamentos sofisticados, mas de olhar, gesto e experimentação.
O processo formativo é conduzido pelos artistas Mozart Santos e Rogério Mendes. Dois olhares distintos que se encontram no desejo de formar pessoas capazes de fazer a luz agir.
Recifense radicado em São Paulo, Mozart é artista visual transmídia e co-criador do Projetemos, conhecido por explorar projeções e vídeo mapping, misturando alta e baixa tecnologia, poesia urbana, memória e afetos.
Já Rogério, artista paulista residente em Cuiabá desde 2016, acumula mais de duas décadas de atuação em arte contemporânea, com pesquisas que atravessam grafite, muralismo, ilustração, stencil e lambe-lambe, sempre articulando cor, escala e presença na cidade.
Durante as oficinas, os participantes aprenderão a construir projetores manuais e a criar imagens luminosas utilizando lanternas, retroprojetores e transparências, vivenciando um processo artístico acessível, coletivo e profundamente inventivo. A metodologia integra arte, ciência e pedagogia ao estimular autonomia, imaginação e autoria.
A realização do projeto Vagalúmens é do hub de arte e tecnologia Projeções Poéticas e da Associação Aqui é Mato de Cultura.
Programação aberta ao Público Local: A – Ateliê Livre do MACP Turma 1: 02 e 03/12 (terça e quarta-feira), das 8h às 12h Turma 2: 02 e 03/12 (terça e quarta-feira), das 14h às 18h
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30.4), a Operação Rede Difusa para cumprimento de ordens judiciais com o objetivo de desarticular uma rede de distribuição de entorpecentes, pulverizada em pontos de comercialização em diversos bairros de Cuiabá.
Na operação, são cumpridos três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá.
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), identificou a existência de uma estrutura criminosa caracterizada pela atuação pulverizada, com pequenos núcleos independentes de venda de drogas. Embora de baixa complexidade individual, os pontos formavam uma rede difusa de abastecimento e distribuição de entorpecentes na capital.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Ronaldo Binoti Filho, o cumprimento das ordens judiciais busca não apenas a responsabilização dos investigados, mas também a apreensão de substâncias ilícitas, valores oriundos da atividade criminosa e outros objetos relacionados ao tráfico de drogas.
“A operação busca o enfrentamento qualificado ao tráfico de drogas, sobretudo às estruturas que, mesmo de pequeno porte, contribuem significativamente para a disseminação da criminalidade, como ocorrências de furtos, roubos e homicídios, e seus reflexos sociais”, disse o delegado.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a responsabilização criminal dos integrantes da rede.
Rede Difusa
O nome da operação faz referência à forma de atuação do grupo investigado, que operava de maneira descentralizada, espalhando pontos de venda em diferentes regiões da cidade, dificultando a repressão estatal e ampliando o alcance da distribuição de entorpecentes.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e da Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência).
A rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
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