Mato Grosso

Politec credencia médicos legistas para atuarem no interior do Estado

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A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) está com vagas abertas para o credenciamento de médicos para a realização de perícias médico-legais em 17 municípios do Estado que não possuem unidade da Politec de medicina legal. Os profissionais credenciados serão remunerados de acordo com o serviço prestado.

O credenciamento evitará o deslocamento de vítimas, permitindo que sejam encaminhadas a um profissional da própria cidade com mais comodidade.

O perito médico legista realizará exame em vivos (lesão corporal e violência sexual, exames complementares quando solicitado) e exames requisitados pela autoridade policial, conforme condições e especificações e municípios constantes no edital de credenciamento.

Os municípios com vagas são: Aripuanã, Barra do Bugres, Brasnorte, Campo Verde, Canarana, Colíder, Colniza, Comodoro, Guiratinga, Mirassol D’Oeste, Nova Bandeirantes, Paranatinga, Querência, Sapezal, São José do Rio Claro, Vila Rica e Lucas do Rio Verde.

Não há limite de profissionais por município, assim, todos os profissionais que desejarem se credenciar poderão fazê-lo, desde que apresentem a documentação pertinente. No edital da Politec constam os documentos necessários para a inscrição.

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O pagamento para exames de lesão corporal e de constatação de violência sexual é de R$ 359,74. Já para exames complementares, quando solicitados pela autoridade requisitante, será pago o valor de R$ 179,88.

Para mais informações, clique no link abaixo:

https://www.politec.mt.gov.br/credenciamento1.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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