Mato Grosso

Polícia Militar prende quadrilha de faccionados e impede furtos de módulos de caminhões

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Policiais militares do 28º Batalhão prenderam três homens faccionados, com idades entre 24 e 25 anos, e frustraram uma tentativa de furto de módulos de caminhões, na madrugada deste sábado (21.3), em Jaciara. Com a quadrilha, foram apreendidas diversas ferramentas, além de máscaras e um veículo que seriam utilizados no crime.

Durante a execução da Operação Tolerância Zero, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) do 28º BPM recebeu denúncias sobre um Chevrolet Ônix branco que estava transitando de forma suspeita, próximo a uma região com muitos veículos de carga.

Diante da suspeita, os militares seguiram ao endereço e encontraram o veículo com as mesmas características informadas. Os suspeitos fugiram ao verem a aproximação das viaturas policiais e foram perseguidos por alguns metros até a fuga ser interrompida. Dentro do carro estavam três suspeitos, sendo que um deles ainda tentou fugir a pé e foi detido.

Na verificação ao carro, foram localizadas duas máscaras balaclava e dois rádios comunicadores. Ainda no veículo, os policiais encontraram uma caixa com diversos tipos de ferramentas e uma porção de maconha.

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Questionados pela PM, os criminosos confessaram que pretendiam fazer o furto de módulos de veículos de carga e que frequentemente transitam pela rodovia que liga Jaciara à Rondonópolis.

Com a ação interceptada, os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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