Mato Grosso

Polícia Militar apreende seis tabletes de maconha e prendem três pessoas por tráfico de drogas

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Um homem de 30 anos e duas mulheres, de 38 e 51 anos, foram presos na nesta segunda-feira (17.20) suspeitos por formação de quadrilha e tráfico ilícito de drogas no quilômetro 45 da BR-322, no município de Peixoto de Azevedo (673 km de Cuiabá).

Na ação, policiais militares do 22º Batalhão e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) apreenderam seis tabletes de maconha, um veículo Fiat Cronos e uma porção de substância análoga à skank.

Conforme informações do boletim de ocorrência, durante deflagração da Operação Mano Ferris na região, os militares abordaram três pessoas em um veículo Fiat Cronos vermelho, em atitude suspeita, próximo a Balsa do Xingu.

Em um primeiro contato com o trio, os militares logo identificaram uma porção análoga à skank e o suspeito afirmou ser o proprietário do entorpecente. Já em uma busca veicular, as equipes encontraram seis tabletes de maconha escondidos no foro das portas do veículo.

Aos militares, o homem não informou a origem ou destino dos entorpecentes, mas afirmou que possui passagem criminal por tráfico de drogas em Brasília.

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Uma das suspeitas também confessou que tem delito por tráfico, em Palmas, no Estado de Tocantins.

Após o fato, os suspeitos e todo material ilícito apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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