Mato Grosso

Polícia Civil prende três autores de homicídio em Comodoro e apreende armas de fogo

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A Delegacia da Polícia Civil de Comodoro deflagrou, na manhã desta quinta-feira (13.2), a Operação Overshadow para cumprimento de prisões preventivas e busca e apreensão contra três envolvidos em um homicídio ocorrido no final do ano passado, na cidade.

Jonathan Telles Barreiro, 27 anos, foi encontrado no dia 14 de dezembro de 2024, em uma região de mata próxima à BR-174, em Comodoro, com diversas perfurações de arma de fogo.

A Delegacia de Comodoro identificou três envolvidos no homicídio: F.N.A., 20 anos, H.L.M.C.R., 20 anos e R.S.L.K., 18 anos, presos nesta quinta-feira.

De acordo com as investigações, a vítima foi atraída para uma emboscada em uma casa abandonada e executada a tiros. Câmeras de segurança registraram o momento em que Jonathan foi levado ao local por um veículo branco.

As diligências apontaram que crime foi premeditado e, possivelmente, ligado a uma facção criminosa.

As equipes policiais apuraram ainda que os investigados tentaram fugir da cidade logo após o homicídio. Um dos suspeitos chegou a se mudar para o Estado do Acre no dia seguinte ao crime.

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Além das prisões nesta quinta-feira, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos envolvidos e apreendidas duas armas de fogo utilizadas no crime, 23 munições, dispositivos eletrônicos, porções de entorpecentes para venda.

O delegado Mateus Reiners explicou que a Polícia Civil segue com as investigações para identificar outros envolvidos no homicídio.
Resumo da operação:
3 presos preventivamente
2 armas de fogo apreendidas
23 munições
20 porções de entorpecentes
Aparelhos celulares

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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