Mato Grosso

Polícia Civil prende traficante e fecha mais uma boca de fumo em Lucas do Rio Verde

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Mais um ponto de venda de drogas no município de Lucas do Rio Verde foi fechado pela Polícia Civil, na noite de quarta-feira (06.11), durante os trabalhos da Operação Saturação, deflagrada para combater a criminalidade no município.

A operação tem como foco a repressão de ações criminosas, especialmente no período noturno, após ataques contra escritórios e residências de advogados na cidade. Um homem de 24 anos, responsável pelo comércio ilícito, foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

As diligências iniciaram após os policiais da Delegacia de Lucas do Rio Verde receberem informações sobre uma residência, no bairro Parque das Américas, onde funcionaria um ponto de venda de drogas.

Em monitoramento na região, os investigadores realizaram a abordagem de um homem suspeito, que foi flagrado em posse de três porções médias de maconha, já embaladas para venda. Questionado, o suspeito confessou que repassaria as drogas para um usuário e que tinha mais entorpecentes em sua residência.

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Em continuidade às diligências, os policiais seguiram para casa do suspeito, onde apreenderam uma porção grande de maconha e porção de cocaína, além de balança de precisão, dinheiro e embalagens de zip locks, utilizadas para embalo da droga.

Diante dos fatos, todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Delegacia de Lucas do Rio Verde, onde após ser interrogado pelo delegado João Antônio Batista Torres, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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