Um homem condenado pelo crime de tráfico de drogas foi preso pela Polícia Civil, nesta terça-feira (10.3), em Pedra Preta, durante ação para cumprimento de mandado judicial.
O condenado, de 59 anos, estava com a ordem de prisão expedida pelo juízo da Vara Única da Comarca local, referente à regressão cautelar de regime com pena restante de mais de 3 anos de reclusão em regime fechado.
Durante investigação a Delegacia de Petra Preta apurou que o foragido estava residindo em um endereço na cidade Rondonópolis.
Diante dos fatos a equipe deslocou-se até Rondonópolis, onde efetuaram a prisão do procurado trabalhando em uma oficina mecânica, no bairro Jardim Monte Líbano.
Em cumprimento ao mandado judicial o homem foi encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia de Rondonópolis para as providências cabíveis, e posteriormente colocado à disposição da Justiça.
A ação evidencia o trabalho investigativo e de diligência realizado pela polícia civil, reforçando o compromisso da instituição no cumprimento de decisões judiciais e no combate à criminalidade.
A Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), vinculada à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), está fiscalizando os estacionamentos dos shoppings da Capital e de Várzea Grande. A ação iniciou nesta terça-feira (9.6) e foi motivada por denúncias de consumidores registradas no Procon Estadual sobre o aumento dos preços cobrados nos estacionamentos.
O coordenador de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado em exercício, Rogério Chapadense, salienta que o objetivo é verificar quais são os valores cobrados atualmente e monitorar a oscilação dos preços para entender os motivos que levaram ao aumento.
“De acordo com o relato dos consumidores, há pouco tempo, o valor cobrado era de 15 reais. Depois passou para 18 reais e, agora, em alguns shoppings, o preço do estacionamento é de 20 reais. Os fiscais do Procon irão solicitar informações sobre os contratos e a valores cobrados nos últimos três anos, que justifiquem a elevação do preço”, explica o fiscal de Defesa do Consumidor.
A secretária adjunta, Ana Rachel Pinheiro Gomes, destaca que os estabelecimentos serão notificados e terão prazo de até 15 dias para encaminhar a documentação solicitada ao Procon Estadual.
“Após receber os documentos, os fiscais farão a análise das informações. O Código de Defesa do Consumidor veda o aumento abusivo de preços. Caso seja comprovada alguma abusividade, os fornecedores poderão ser autuados pelo Procon Estadual e multados. O valor da multa varia de acordo com o porte do estabelecimento, entre outros critérios”, informa Ana Rachel.
Reclamações e denúncias
Para registrar reclamações e denúncias, os consumidores podem procurar a unidade de Procon mais próxima de sua residência. Também é possível registar reclamações pelo aplicativo Procon Digital, disponível no MT Cidadão.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.