Mato Grosso

Polícia Civil incinera 30 quilos de entorpecentes apreendidos em caminhão frigorífico em Barra do Garças

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Mais de 30 quilos de entorpecentes apreendidos, na semana passada, em ação das Forças de Segurança, em Barra do Garças, foram incinerados pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (24.10), na fornalha de uma empresa do município.

Os 30 tabletes de pasta base e um de cloridrato de cocaína foram apreendidos, na última sexta-feira (17), durante uma operação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o setor de Inteligência da Polícia Penal. O material ilícito foi encontrado em um caminhão frigorífico que seguia na BR-070, na região de Barra do Garças. O veículo havia saído de Cuiabá com destino ao estado de Goiás.

A destruição do entorpecente ocorreu em uma cerâmica da região, devidamente autorizada e equipada para o procedimento. A ação foi executada mediante autorização judicial e seguiu todos os protocolos de segurança e controle ambiental, conforme prevê a legislação.

A queima da droga teve o acompanhamento técnico da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e da Vigilância Sanitária de Barra do Garças.

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O delegado responsável pelas investigações, Matheus Soares Augusto, explicou que a destruição do entorpecente é uma etapa essencial do processo investigativo e judicial, que visa impedir qualquer possibilidade de reutilização ou desvio de substâncias ilícitas apreendidas.

“A Polícia Civil continuará intensificando ações integradas de combate ao tráfico de drogas na região do Araguaia, destacando a importância da cooperação entre os órgãos de segurança pública no enfrentamento ao crime organizado”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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OAB - MT

OAB-MT requer suspensão de audiências e outras atividades por instabilidade do PJe

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Foto da Notícia: OAB-MT requer suspensão de audiências e outras atividades por instabilidade do PJe

imgA Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) requereu, nesta segunda-feira (28), ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) a suspensão de atos e atividades jurisdicionais, incluindo audiências, até o completo restabelecimento do PJe.
Em ofício encaminhado ao presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, a presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, relatou inúmeras demandas recebidas pela Seccional desde as primeiras horas do dia, diante da instabilidade do sistema e da dificuldade de acesso. A situação tem impedido, em muitos casos, o protocolo e a distribuição de processos, inclusive de medidas urgentes, além de prejudicar audiências já designadas.
“Não estamos falando apenas de uma instabilidade do sistema. Quando a advocacia não consegue acessar o PJe, protocolar uma medida ou participar de uma audiência, o contraditório e a ampla defesa ficam comprometidos. Isso prejudica diretamente o exercício da Advocacia e o cidadão”, pontua a presidente Gisela Cardoso.
No entendimento da OAB-MT, a realização de audiências sem acesso efetivo ao Pje pela advocacia quando não impede, limita e muito o exercício profissional. “Por isso, o cancelamento das audiências é a medida mais adequada para preservação de direitos, da ampla defesa e do contraditório plenos”, ressalta Gisela.
Assim como o cancelamento das audiências, a Ordem também requereu a ampliação dos canais de atendimento para medidas urgentes, como habeas corpus, mandados de segurança, liminares, revogações de prisão e antecipações de tutela, inclusive com possibilidade de recebimento por e-mail ou outro meio de acesso ao Judiciário, para evitar o perecimento de direitos.

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Keka Werneck
Assessoria de Imprensa OAB-MT
Celular/WhatsApp: 65-99610.7865
Instagram @oabmatogrosso

Fonte: OAB – MT

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