Mato Grosso

Polícia Civil embarga empresa de Cuiabá por comércio de ilegal de madeira

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), deflagrou, nesta quarta-feira (28.2), a segunda fase da “Operação Essência”, que resultou na autuação e embargo de uma empresa de comércio de madeira em Cuiabá.

A ação, que contou com cerca de 20 agentes da segurança pública de Mato Grosso, é resultado da continuidade das investigações de crimes contra a flora e comércio ilegal de madeiras de essências proibidas.

Na ação de fiscalização, foi identificada toras de madeira castanheira, classificada como uma das espécies proibidas para o comércio, por constar em lista de espécies ameaçadas de extinção. Na ocasião, também foi identificado um depósito de madeira clandestino. Por isso, a empresa foi autuada e embargada.

A operação contou com o apoio do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) e Perícia Oficial de Identificação Técnica (Politec).

A Polícia Civil, por meio da Dema, reforça o seu compromisso em proteger o meio ambiente e garantir que as leis sejam cumpridas, razão pela qual todas as denúncias recebidas pela delegacia são devidamente checadas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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