Mato Grosso

Polícia Civil cumpre cinco mandados de prisão de suspeitos envolvidos com o crime organizado em Tabaporã

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, entre os dias 9 e 21 de outubro, a Operação Impulsum em Tabaporã, com o objetivo de combater o crime organizado na cidade. Nesse período, foram cumpridos cinco mandados de prisão, culminando na detenção de três suspeitos. Outros dois já se encontravam presos.

Os mandados de prisão preventiva foram expedidos pela Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa de Cuiabá.

A ação da Delegacia de Tabaporã foi proveniente de investigações policiais realizadas pela unidade. Os investigados eram monitorados pela equipe de investigação nas cidades de Tabaporã e Sinop.

Na primeira fase, dois investigados foram localizados em Tabaporã e presos preventivamente. Já na segunda fase da operação, deflagrada nesta terça-feira (21.10), mais um investigado foi preso, dessa vez na cidade de Sinop.

Outros dois investigados, que tiveram mandado de prisão decretado pela Justiça, haviam sido presos antes da deflagração da operação.

A partir de agora, os suspeitos ficarão à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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