Mato Grosso

PM prende suspeito de violência doméstica com arma de fogo e munições

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Policiais militares da cidade de Paranaíta prenderam um homem de 47 anos em flagrante pelos crimes de violência doméstica e porte ilegal de arma, na noite desta quinta-feira (23.03). Com o suspeito, a PM apreendeu uma espingarda e 58 munições de calibre .22.

De acordo com as informações do boletim de ocorrência, a equipe foi acionada pela vítima, de 48 anos, que denunciou ter sido agredida e expulsa de casa pelo seu marido, após o homem ter chegado embriagado em sua residência e os dois terem discutido.

No local, foi feito contato com a mulher que reafirmou a discussão e agressão sofrida pelo homem. Ainda em depoimento, a vítima disse que o marido teria pego uma arma de fogo e feito ameaças contra ela, além do homem ter efetuado disparos com o objeto, nos fundos da residência.

Em trabalho de diligências, o suspeito foi localizado nas imediações do imóvel. Ao ser questionado sobre a arma de fogo, informou que o material estava dentro da casa. Em buscas pela residência, os policiais militares encontraram uma espingarda adaptada para calibre .22 e uma caixa contendo 58 munições.

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Diante da situação de flagrante, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a sede do Pelotão da PM de Paranaíta, para registro do boletim de ocorrência, bem como as demais providências cabíveis.

Disque-denúncia ; ; ;

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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