Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional apreenderam, na noite desta terça-feira (26.11), 23 tabletes de substância análoga à maconha – skank, e prenderam dois homens, por tráfico ilícito de drogas, no bairro Mapim, em Várzea Grande.
As equipes receberam informações de que havia dois suspeitos comercializando entorpecentes em uma kitnet localizada na Rua Aroeira, do município.
Após a denúncia, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e identificaram dois homens, que tentaram correr com aproximação dos militares, sendo detidos em seguida.
Durante abordagem, os policiais flagraram três barras de maconha que estavam escondidas atrás do portal do imóvel. Questionados sobre os entorpecentes, um dos suspeitos, que faz uso de tornozeleira eletrônica, confessou que havia mais tabletes dentro do imóvel.
À PM, os suspeitos confessaram que são os responsáveis pelos ilícitos e pela comercialização de entorpecentes na região. A dupla e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Ainda na noite desta terça, as equipes da 25ª Companhia Independente apreenderam 44 porções de substâncias análogas à pasta base de cocaína, no bairro Monte Castelo, prenderam dois homens e apreenderam um adolescente por tráfico de drogas.
Os militares visualizaram dois homens, de 18 e 40 anos, em atitude suspeita em frente a uma residência, que ao presenciar a viatura, deixaram cair um pote contendo três substâncias análogas à pasta base de cocaína.
Os policiais fizeram a abordagem e com um dos suspeitos, foi encontrada a quantia de R$150 em espécie. Ao adentrar a residência, a equipe encontrou uma sacola com 41 porções de cocaína. No local também estava um adolescente, de 17 anos. O trio foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.
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