Mato Grosso

Órgãos estaduais que aderirem ao Programa Integridade MT podem contar com consultoria da CGE

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O prazo para os órgãos e entidades do Governo de Mato Grosso aderirem ao Programa de Integridade Pública do Estado (Integridade MT) é até 25 de julho de 2024. A data-limite está prevista no Decreto Estadual nº 376/2023, que regulamenta a implementação do programa.

Para a adesão, os órgãos, por meio de seus dirigentes máximos, devem assinar o Termo de Adesão junto à Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) e designar o agente de integridade da pasta, que será o servidor responsável por coordenar o trabalho.

Posteriormente, deverão levantar as normas, políticas internas e partes que se relacionam com o negócio da organização (os stakehoders). Na sequência, a tarefa será identificar, avaliar e tratar os riscos de integridade do órgão.

Vencida esta etapa, o plano de ação deverá ser enviado ao dirigente máximo da secretaria para homologação e implementação. A partir da data de adesão, todas as unidades deverão elaborar e aprovar o plano de integridade no prazo de até 180 dias.

Para a elaboração dos planos de integridade, os órgãos estaduais podem contar com o auxílio da CGE-MT. Se assim optarem, devem solicitar o recebimento de consultoria personalizada à CGE tão logo formalizem a adesão ao Integridade MT. A execução do plano de integridade, contudo, é de competência de cada secretaria.

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Lançado em julho deste ano, o Integridade MT é um conjunto de regras e diretrizes institucionais de prevenção, detecção, punição e remediação de fraudes, atos de corrupção e desvios de conduta de servidores e de todas as partes que se relacionam com os órgãos estaduais.

“A ideia é trabalhar para que o ato de corrupção, fraude, desvio de conduta ou erro não aconteça. Mas, se acontecer, sermos capazes de detectar sua ocorrência. E, ao detectar, sermos céleres e efetivos na punição. Além disso, temos de instituir mecanismos para tratar o risco para que o evento não ocorra novamente”, explicou o secretário-controlador geral do Estado, Paulo Farias.

O plano de integridade a ser elaborado por cada secretaria é um guia que ajudará a tomar decisões corretas e transparentes para garantir que os recursos e as ações governamentais sejam usados de forma responsável e em benefício de toda a sociedade. “O interesse público é o coração desse programa, significando que todas as ações do governo são focadas em fazer o que é melhor para as pessoas”, observou o chefe da CGE-MT.

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Os primeiros órgãos a aderirem ao Integridade MT foram a própria CGE e a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). Na CGE, o trabalho está na reta final de elaboração. Já na Secel, está na fase de avaliação e tratamento de riscos de integridade. Na sequência, a Secel vai elaborar as ações que integrarão o plano de integridade em si.

Para auxiliar na elaboração dos planos de integridade pelas secretarias, a CGE-MT produziu uma Cartilha do Programa Integridade MT e um Guia Simplificado de Gestão de Riscos. O material está disponível no site da CGE.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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