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” operação Iterum PF e CGU miram quadrilha por fraude em licitações na saúde de Cuiabá “

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Hoje, na manhã desta segunda-feira, 04 de outubro, a Polícia Federal, com o essencial apoio da Controladoria Geral da União (CGU), iniciou a Operação Iterum. O alvo principal é desestruturar um grupo criminoso envolvido na apropriação indevida de verbas públicas federais destinadas à área de saúde do Município de Cuiabá/MT, causando um dano estimado de 13 milhões de reais aos recursos públicos. Neste artigo, exploraremos em detalhes esta operação, incluindo as ordens de busca e apreensão, as irregularidades descobertas durante as investigações e as possíveis repercussões legais para os envolvidos.

Fundamentada em investigações rigorosas, a Operação Iterum foi iniciada para desmantelar um grupo suspeito de desviar vultosos recursos públicos destinados à área de saúde de Cuiabá/MT. O montante causado aos cofres públicos atinge a cifra substancial de 13 milhões de reais, evidenciando a gravidade das atividades criminosas.

Nove ordens de busca e apreensão, emitidas pela 5ª Vara Federal/MT, estão atualmente em processo de execução por uma equipe composta por 33 agentes da Polícia Federal e quatro funcionários da CGU. As cidades de Cuiabá/MT e Várzea Grande/MT estão no epicentro das diligências, que têm como propósito angariar provas fundamentais para o avanço da investigação.

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As investigações indicam a ocorrência de delitos graves, como corrupção, lavagem de dinheiro e fraude na competição de licitações. As evidências coletadas sugerem uma trama complexa que culminou na desvirtuação de verbas públicas destinadas à saúde, causando prejuízos diretos à população de Cuiabá.

No decorrer das investigações, foram identificadas inconsistências e graves irregularidades na execução de um contrato de prestação de serviços de tecnologia firmado pelo município entre os anos de 2017 e 2022, com uma empresa do setor de tecnologia da informação. As análises efetuadas, com o apoio da CGU, não revelaram indícios da efetiva prestação dos serviços contratados nem qualquer correlação entre esses serviços e os pagamentos efetuados.

Os envolvidos podem enfrentar penas severas, podendo chegar a até 30 anos de prisão, em decorrência dos crimes imputados durante as investigações. A Operação Iterum representa um passo significativo na batalha contra a corrupção e na recuperação dos recursos públicos desviados, reafirmando o compromisso com a transparência e a integridade na administração pública.

A Operação Iterum, conduzida pela Polícia Federal em conjunto com a CGU, revela uma trama criminosa de grande envergadura envolvendo o desvio de recursos da saúde em Cuiabá. As ordens de busca e apreensão, as irregularidades identificadas nas investigações e as consequências legais para os envolvidos foram analisadas neste artigo. Essa ação ressalta a importância do combate à corrupção e da preservação dos recursos públicos em benefício da comunidade cuiabana.

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Projeto de jiu-jitsu fortalece protagonismo e identidade cultural de estudantes indígenas em Brasnorte

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A Escola Estadual Indígena Tapurá Irantxe, localizada no município de Brasnorte, tem promovido a integração entre educação, esporte e valorização cultural por meio do Projeto Tamukan. A iniciativa utiliza o jiu-jitsu como ferramenta de formação para estudantes, profissionais da educação e membros da comunidade do povo Manoki.

Desenvolvido no ambiente escolar, o projeto busca incentivar hábitos saudáveis, fortalecer a saúde física e mental, promover a defesa pessoal e contribuir para a prevenção da violência. A iniciativa também reforça a valorização da identidade cultural indígena, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para crianças e jovens da comunidade.

Reconhecida como a primeira equipe indígena de jiu-jitsu de Mato Grosso, o Projeto Tamukan tem se consolidado como um espaço de aprendizagem, disciplina e fortalecimento do protagonismo juvenil. As atividades são realizadas sob orientação técnica do professor Felipe Tamuxi e contam com o apoio da gestão escolar.

De acordo com o diretor da unidade, Edivaldo Mampuche, o projeto nasceu da necessidade de oferecer aos jovens uma oportunidade de crescimento na própria comunidade. Ele destaca que, desde o início, a escola busca unir esporte, educação e cultura, fortalecendo valores como disciplina, responsabilidade e respeito, sem perder a conexão com as tradições do povo Manoki.

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“Nosso objetivo, ao implantar o projeto, foi oferecer aos estudantes uma oportunidade de prática esportiva na comunidade, evitando deslocamentos e garantindo mais segurança para eles. Ao mesmo tempo, buscamos construir uma iniciativa que fortalecesse a disciplina, o compromisso com os estudos e a participação dos jovens nas atividades culturais e comunitárias”, disse.

Ainda segundo ele, “o jiu-jitsu tem se mostrado uma importante ferramenta de formação, contribuindo para o fortalecimento da identidade do povo Manoki e para o desenvolvimento dos estudantes”, completou o diretor.

Os resultados obtidos pelos atletas em competições esportivas refletem o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Na etapa Norte do Campeonato Mato-grossense de Jiu-jitsu 2026, realizada na última semana, entre os dias 30 e 31 de maio, em Sorriso, a equipe conquistou sete medalhas: uma de ouro, uma de prata e cinco de bronze.

Fonte: Governo MT – MT

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