As obras de correção do sistema de drenagem na Avenida Tenente-Coronel Duarte, mais conhecida como Prainha, no Centro de Cuiabá, continuam em execução pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), em parceria com a concessionária Águas Cuiabá.
Os trabalhos atualmente são executados na pista sentido Centro–Porto, que está totalmente interditada, com desvios organizados pelas Ruas 13 de Junho e Dom Bosco. A previsão é que, a partir do dia 14 de fevereiro, os trabalhos para recuperação das erosões comecem na pista contrária, que vai no sentido do CPA.
Ainda nessa região, o Consórcio Integra BRT está realizando as travessias de tubulações, a concretagem da base das estações e trabalhando no reforço do subleito da pista.
Outros serviços previstos para a próxima semana incluem o recapeamento do trecho entre a Ilha da Banana e a Praça Ipiranga, a aplicação de nova capa de asfalto próximo ao Shopping Popular e serviços de drenagem na Avenida XV de Novembro.
Devido a esses serviços, os motoristas precisam permanecer atentos, porque poderão haver interdições parciais, com uma faixa bloqueada para operação de máquinas e trabalhadores.
A atenção também deve ser redobrada no trecho em frente ao supermercado Comper e à Sefaz, na região do Centro Político. Nesse trecho, serão realizadas interdições de faixa para travessia de tubulações e equipamentos. Ainda nesse trecho, os trabalhos avançam com a concretagem da ciclovia.
Complexo Leblon
As obras do Complexo Leblon seguem sem alterações nos trechos interditados, com o trânsito fluindo em meia pista no trecho entre o Viaduto da Avenida do CPA e o Todimo Lar Center, e com bloqueio logo após a rotatória da Rua Boa Vista.
Para a próxima semana, os trabalhos prosseguem com execução de muros de contenção da Trincheira da Rua Boa Vista, perfuração de estacas do viaduto em frente ao Todimo, além de execução de aterros e contenções.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3.7), a Operação Ragnarok para cumprir 104 ordens judiciais contra uma facção criminosa voltada aos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro em Lucas do Rio Verde e região.
Na operação, são cumpridos 55 mandados de prisão preventiva, 34 de busca e apreensão e 15 bloqueios de contas bancárias relacionadas aos investigados, no limite de mais de R$ 10 milhões. As ordens judiciais foram decretadas pela 5ª Vara Criminal de Sinop.
As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Lucas do Rio Verde ao longo de aproximadamente 11 meses, identificando integrantes de uma facção criminosa envolvidos com o comércio de entorpecentes e crimes correlatos.
O trabalho investigativo iniciou após a prisão em flagrante de dois criminosos por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo nos meses de julho e agosto de 2025.
Com o avanço das investigações, foi possível identificar uma rede criminosa estruturada, com o envolvimento de mais de 50 pessoas nos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro, que movimentou mais de R$ 10 milhões no período investigado.
Lavagem de dinheiro
As investigações identificaram que, entre seus integrantes, quatro mulheres eram responsáveis pela movimentação financeira da facção criminosa, atuando no repasse do dinheiro da venda de entorpecentes e de taxas para o comércio de drogas.
Os valores eram repassados para outros investigados, sendo também destinados para uma conta jurídica, posteriormente identificada como uma empresa de fachada para lavagem de dinheiro. Os investigados que recebiam os valores ilícitos simulavam diversas transações financeiras para pulverizar o dinheiro em diversas contas, movimentando quantias milionárias, mesmo sem nenhuma renda declarada.
Com base nos elementos apurados, a delegada da Derf, Paula de Fátima Moreira Barbosa, representou pela expedição dos mandados de prisão preventiva, busca e apreensão e bloqueio de contas bancárias, com foco na prisão dos integrantes e na desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa.
“Esses investigados eram orientados a repassar o dinheiro ilícito e dissimular os valores para diversas contas, até chegar ao gerente da facção criminosa que está no Rio de Janeiro”, explicou a delegada Paula Barbosa.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.