Mato Grosso

MT Saúde isenta coparticipação do exame de mamografia durante o Outubro Rosa

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O Mato Grosso Saúde (MT Saúde), em incentivo à campanha Outubro Rosa, vai isentar a coparticipação dos exames de mamografia durante este mês de outubro. O exame de imagem é utilizado para detectar precocemente o câncer de mama em pessoas com idade a partir de 30 anos.

Estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) prevê que o câncer de mama representará 55,40% dos casos de câncer até 2025 em Mato Grosso. Para a realização do exame de detecção, é necessário o pedido médico.

A presidente do MT Saúde, Misma Thalita dos Anjos, ressalta o contínuo comprometimento do Instituto na assistência à saúde dos servidores mato-grossenses e alerta às mulheres sobre a importância dos cuidados à saúde e prevenção.

“Realizamos a campanha no intuito de incentivar a prevenção, e preocupados com o bem-estar e saúde dos nossos beneficiários. O MT Saúde possui um número expressivo de mulheres acima de 30 anos”, ressalta a presidente.

Servidores ativos, inativos, pensionistas e comissionados dos poderes Executivo, Judiciário, Legislativo, Ministério Público e Tribunal de Contas de Mato Grosso podem aderir ao MT Saúde. Todos os benefícios do plano também se estendem a seus dependentes e agregados, conforme a legislação vigente.

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Entre os aproximadamente 500 prestadores de atendimentos estão hospitais, clínicas, laboratórios e médicos de diversas especialidades. O plano inclui ainda atendimento médico e hospitalar 24 horas ao dia.

As mensalidades estão entre as mais baixas do mercado, a partir de R$ 123,37.

A campanha Outubro Rosa será até o dia 31 de outubro.

Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha nacional que, durante um mês, promove o esclarecimento sobre o câncer de mama. As diversas iniciativas têm a finalidade de orientar como é possível detectar precocemente essa doença.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer, o autoexame e o histórico familiar são importantes indicadores na construção do diagnostico, além da necessidade do exame convencional de imagem, que deve ser feito anualmente por mulheres que possuam 30 anos ou mais.

O autoexame são os toques que qualquer mulher pode realizar na própria mama, observando o surgimento de nódulos ou outras alterações sólidas nos seios.

Quando detectada alguma alteração, o indicado é procurar assistência médica o mais rápido possível para a realização dos devidos procedimentos convencionais da medicina.

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Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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