Mato Grosso

Moradores de Jaciara e Nova Xavantina ganham R$ 100 mil em sorteio do Nota MT

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A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) realizou nesta quinta-feira (10.4), no Várzea Grande Shopping, o sorteio referente ao mês de março de 2025 do programa Nota MT. Ao todo, foram distribuídos R$ 900 mil em prêmios para consumidores cadastrados que pedem o CPF na nota.

Este foi o 83º sorteio do programa e contemplou 1.010 ganhadores. Mais de 4,3 milhões de bilhetes foram gerados. Os maiores prêmios, no valor de R$ 100 mil, foram para consumidores dos municípios de Jaciara e Nova Xavantina.

Outros três prêmios de R$ 50 mil foram destinados a moradores de Cuiabá e Várzea Grande. Já os cinco prêmios de R$ 10 mil saíram para contribuintes de Sinop, Campo Verde, Sorriso e Chapada dos Guimarães. Além disso, mil participantes foram contemplados com prêmios de R$ 500.

As entidades beneficiadas com R$ 20 mil, valor correspondente aos prêmios de R$ 100 mil, foram a Associação Pestalozzi de Jaciara e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Nova Xavantina.

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Também foram contempladas, com R$ 10 mil, a Associação de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Várzea Grande (ASMATS) e a Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC-MT), indicadas pelos ganhadores de R$ 50 mil.

As instituições que receberam R$ 2 mil, por indicação dos ganhadores do prêmio de R$ 10 mil, são a Associação Protetora dos Animais do Município de Sinop (APAMS), a Associação Espírita Lar Maria de Lourdes de Campo Verde, a Associação Mãezinha do Céu de Apoio à Criança e Adolescente de Sorriso, a Associação 1º de Julho de Chapada dos Guimarães e a Associação Mato-grossense Protetora dos Animais (APAM-MT).

Para participar dos sorteios do Nota MT, o consumidor deve se cadastrar no site www.nota.mt.gov.br ou no aplicativo do programa, e incluir o CPF na nota fiscal no momento da compra.

Atenção aos golpes

A Sefaz reforça o alerta sobre golpes envolvendo o nome do Nota MT. Criminosos têm se passado por servidores da secretaria e exigido pagamentos para liberação dos prêmios. A secretaria lembra que a premiação é feita exclusivamente via depósito bancário, sem qualquer tipo de cobrança.

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O resultado dos sorteios está disponível apenas no site e no aplicativo oficial do Nota MT. Em caso de atividade suspeita, a orientação é registrar um boletim de ocorrência — presencialmente ou pela Delegacia Virtual (clique aqui para acessar) — e informar à ouvidoria da Sefaz. Essas ações contribuem para garantir a segurança dos usuários e a confiabilidade do programa.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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