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Rede de Parcerias planeja ações para 2024 em Mato Grosso 

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A primeira reunião da Rede de Parcerias em Mato Grosso foi realizada na segunda-feira (4), na sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, com o objetivo de planejar as atividades para 2024. Entre as deliberações, estão a capacitação das pessoas que atuam com a captação de recursos federais e a realização de reuniões de alinhamento para a construção colaborativa de boas práticas e melhorias da gestão pública, de modo a fortalecer a Rede no estado. As atividades serão executadas em conjunto com a Secretaria de Gestão e Inovação (Seges) do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). 

A Rede de Parcerias é uma rede de governança colaborativa. A partir da integração e do intercâmbio de conhecimentos, informações e experiências entre os seus parceiros, a Rede busca o aumento da qualidade do gasto público e da efetividade de políticas públicas. Esse crescimento se dá por meio da melhoria da gestão das parcerias da União operacionalizadas no Transferegov.br, bem como dos projetos de investimentos em infraestrutura registrados no Obrasgov.br.

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A Rede de Parcerias atua em 3 eixos fundamentais: Melhoria da Gestão; Capacitação; e Comunicação e Transparência. Podem participar órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, que possam contribuir com os objetivos da Rede. Em Mato Grosso, ela é formada por representantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), Prefeitura Municipal de Cuiabá, Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT-23), Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal (CEF).

Foto: João Victor|Sefaz-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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