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Promotor de Justiça de MT realiza palestra sobre saúde mental

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O promotor de Justiça em Mato Grosso Carlos Rubens de Freitas Oliveira Filho será um dos palestrantes durante a “3ª Mostra Nacional de Práticas em Psicologia no SUAS”, realizada pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP) nesta sexta-feira (26) à noite, em São Paulo (SP). O evento, que teve início em 07 de junho e se estenderá até sábado (27), aborda o trabalho da Psicologia na efetivação dos direitos socioassistenciais.

Carlos Rubens Oliveira Filho destaca que, em sua apresentação, abordará a atenção às pessoas que possuem problemas decorrentes do uso ou abuso de álcool ou outras drogas, comunidades terapêuticas, internações, cuidado em liberdade, determinações sociais da saúde e saúde pública e coletiva.

“O objetivo é fomentar a reflexão sobre a prática da Psicologia na política de assistência social, destacando seu papel no enfrentamento das desigualdades sociais e na efetivação dos direitos socioassistenciais. Será uma oportunidade muito boa de defender o SUS (Sistema Único de Saúde) e o SUAS (Sistema Único de Assistência Social) neste evento para os psicólogos de todo o Sudeste”, afirma o promotor.

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A palestra acontece na Mesa temática regional intitulada “O que não admitimos no SUAS: a atuação da Psicologia no enfrentamento da violação de direitos”. 

*Com supervisão da jornalista Clênia Goreth

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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