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Outubro Rosa no MPMT destaca prevenção e valorização da vida

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, nesta sexta-feira (17), às 15h, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, o evento “Outubro Rosa no Ministério Público – Laços de Prevenção”, dedicado à conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer de mama. A programação será híbrida, com transmissão pela plataforma Teams.A iniciativa é organizada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena e integra o calendário institucional de ações voltadas à promoção da saúde física, mental e emocional dos membros e servidores do Ministério Público.A abertura contará com a participação da coordenadora do Vida Plena, promotora de Justiça Gileade Souza Maia, da subprocuradora-geral de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, e da professora doutora Gresiela Ramos de Carvalho Souza, diretora social do MT Mama. A convidada especial do evento será a médica oncologista Carla Tyene Nakata, que ministrará a palestra “Prevenção e Combate ao Câncer de Mama”. Além de destacar a importância do diagnóstico precoce, o encontro abordará práticas de autocuidado e hábitos de vida saudáveis que contribuem para a prevenção da doença. “Este é um convite à reflexão e ao cuidado. A prevenção começa com informação, atenção e atitude. Que este encontro nos inspire a olhar com mais carinho para nossa saúde”, destaca Gileade Souza Maia. O Outubro Rosa é um movimento internacional criado para fortalecer a conscientização sobre o câncer de mama e incentivar as mulheres a realizarem exames regulares e a cuidarem da própria saúde. Com essa ação, o MPMT reafirma seu compromisso institucional com a promoção da saúde, o bem-estar e a valorização da vida.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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