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MPMT tem três projetos finalistas em âmbito nacional

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Três projetos desenvolvidos pelo Ministério Público de Mato Grosso são finalistas do Prêmio de Inovação J.Ex. Em sua quinta edição, a premiação tem como objetivo reconhecer e incentivar iniciativas e projetos inovadores no âmbito tecnológico, de gestão e de novas metodologias aplicados no ecossistema de Justiça, além de destacar e valorizar integrantes e servidores que contribuem para a transformação positiva do judiciário brasileiro.

O prêmio é dividido em cinco categorias de Projetos/Iniciativas e três de Pessoas/Liderança Exponencial. O MPMT é finalista em duas categorias. Na Inovação Tecnológica concorre com o projeto Satélites Alertas – Combate aos desmatamentos e queimadas ilegais. Já na categoria Inovação Social, são finalistas o Observatório Caliandra (auxiliar no enfrentamento à violência contra a mulher) e o projeto Materia (identificar a venda de créditos virtuais de madeira nos sistemas oficiais de comercialização e transporte de produtos florestais).

Todos os projetos e indicações passam por duas etapas de avaliação. Na categoria Projetos/Iniciativas, os trabalhos inscritos são avaliados pela Fundação Instituto de Administração (FIA) e por uma comissão de notáveis. Na categoria Pessoas, as indicações serão avaliadas por uma comissão de notáveis e também por votação por meio de pessoas previamente cadastradas na plataforma.

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A divulgação dos ganhadores e cerimônia para entrega dos prêmios será no dia 21 de novembro, em Brasília. Serão homenageadas 15 iniciativas inovadoras – três em cada categoria, e oito líderes exponenciais, oito executivos de tecnologia e oito executivos de inovação. A premiação é uma iniciativa do J.Ex e conta com o apoio da Fundação
Instituto de Administração.

Prêmio CNMP – O Ministério Público do Estado de Mato Grosso também está entre os finalistas do Prêmio CNMP Edição 2024 com o projeto Núcleo de Apoio aos Acordos de Não Persecução Penal e Diligências, na categoria Governança e gestão. Em todo o país, 27 iniciativas foram selecionadas. A ordem dos vencedores somente será revelada no momento da cerimônia de premiação, que deve ocorrer no dia 27 de novembro, às 17h, em Brasília.

Crédito foto: extraída do Site jexlegal

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Naco cumpre 12 ordens por suspeita de fraude em licitações

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) cumpre, na manhã desta sexta-feira (25), 12 ordens judiciais em Pontes e Lacerda (a 483 km de Cuiabá) contra agentes públicos e pessoas ligadas à iniciativa privada investigados por supostas irregularidades em contratos firmados pela Prefeitura entre 2017 e 2024. A operação é coordenada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), que apura possíveis crimes de fraude em licitações, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Segundo a investigação, há indícios de favorecimento da empresa Concretubos Pré-Moldados Ltda. em contratos celebrados com o município. Conforme o Naco, foram identificados sete contratos entre a empresa e a administração municipal. Desses, cinco foram firmados entre 2022 e 2023 e totalizaram cerca de R$ 4,7 milhões. Com a atualização monetária, o valor alcança R$ 5,78 milhões. As investigações também apontaram possíveis vínculos familiares, empresariais e funcionais entre agentes públicos e particulares relacionados às contratações. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) também identificaram movimentações financeiras suspeitas. A investigação também identificou a compra da propriedade rural Estância Rancho Fundo I pelo ex-prefeito de Pontes e Lacerda, Alcino Pereira Barcelos. De acordo com a apuração, a negociação previa o pagamento por meio da entrega de 100 cabeças de gado da raça Nelore. Os investigadores não encontraram registros oficiais de movimentação pecuária compatíveis com a transação. As medidas autorizadas pela Justiça incluem mandados de busca e apreensão, acesso a dados telemáticos, quebra dos sigilos bancário, fiscal e financeiro dos investigados, além da indisponibilidade de bens, direitos e valores. A ação conta com apoio da Polícia Civil ( PJC) e da Controladoria-Geral do Estado (CGE).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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