Ministério Público MT

Encontro de Laboratórios de Inovação de MT começa dia 29

Publicado em

Será realizado de 29 a 31 de maio, na sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em Cuiabá, o Encontro de Laboratórios de Inovação de Mato Grosso (E-Lab 65/66), reunindo especialistas e gestores públicos para debates sobre inovações e soluções tecnológicas aplicáveis ao setor público. A iniciativa visa criar um espaço de diálogo e troca de experiências na busca por soluções inovadoras para os desafios enfrentados pelo setor público, além de capacitar os servidores como laboratoristas e estimular a cultura de inovação dentro das instituições. 

O encontro, que é resultado de uma parceria entre Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), TJMT, Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Governo do Estado, Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e Tribunal de Contas do Estado (TCE), representa um marco importante no fortalecimento da inovação no setor público do estado. Conforme a programação, palestras, mesas de debate e apresentações ocorrem no período matutino, no Espaço Gervásio Leite, com transmissão pelo YouTube do TJMT, abertas ao público geral. 

Leia Também:  COFCO International apresenta projeto polinizar na Agrishow 2024: Inovação em proteção das abelhas nativas

Já no período vespertino, as oficinas ocorrem presencialmente na Escola dos Servidores do Poder Judiciário, restritas aos servidores das instituições. Os integrantes do MPMT interessados em participar devem enviar e-mail para [email protected]. Já as inscrições para o público geral devem ser feitas aqui.

(Com informações do TJMT)
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

Published

on

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

Leia Também:  Inovação e responsabilidade no uso da IA são debatidas em evento

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA