Ministério Público MT

Curso de drones reforça atuação do MPMT no combate ao crime

Publicado em

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Segurança e Inteligência (CSI) e em parceria com o Sindicato Rural de Cuiabá e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), realizou, entre os dias 14 e 16 de julho, na sede das Promotorias de Justiça da Capital, o curso “Operação de Aeronave Remotamente Pilotada: Drone – Asa Rotativa”.O curso foi oferecido a dez alunos, servidores do MPMT que integram o CSI, o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Caeco), o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco) e o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira).“Esse curso é importante porque ele representa um marco no avanço dos meios investigatórios e de inteligência. Hoje nós não podemos abrir mão da tecnologia para desempenhar bem a atividade e fim do Ministério Público. E o curso foi realizado de forma integrada com todos os órgãos do Ministério Público que atuam com a inteligência ou com a investigação e com outros parceiros externos também, como Cira e Defaz. Então é o uso da tecnologia para dar apoio ao enfrentamento de organizações criminosas e apoiar também os esforços de inteligência, tanto em nível tático quanto estratégico”, destacou o coordenador do CSI do MPMT, promotor de Justiça Mauro Zaque de Jesus.Durante os três dias de capacitação, foram abordados os seguintes temas: introdução aos conceitos, processo evolutivo dos drones, legislação nacional aplicada ao uso de drones, órgãos competentes e boas práticas de voo. Também foram apresentados os drones disponíveis no mercado e realizada prática de voo com asa rotativa, em modo manual.A capacitação faz parte das ações desenvolvidas pelo CSI voltadas à segurança institucional.

Leia Também:  Segunda fase de projeto receberá R$ 200 mil de recursos do MPMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

 MP recomenda investigação no DAE após vídeo envolvendo presidente 

Published

on

A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande recomendou à Prefeitura de Várzea Grande a instauração de procedimento administrativo para apurar a conduta do diretor-presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE), Rogério de França Martins, após a divulgação de um vídeo em que ele aparece recebendo maços de dinheiro. O Ministério Público também orientou a análise da necessidade de afastamento do gestor durante as investigações.
A recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil instaurado para verificar se os valores recebidos por Rogério Martins têm relação com o exercício do cargo, com recursos públicos ou com interesses de terceiros vinculados à autarquia. Segundo o Ministério Público, os fatos apurados podem configurar infrações administrativas, atos de improbidade administrativa e até crimes contra a administração pública, caso sejam confirmadas irregularidades.
De acordo com a investigação, o vídeo divulgado pela imprensa mostra o presidente do DAE sentado diante de uma mesa no momento em que recebe um maço de dinheiro, que posteriormente seria guardado no bolso da calça. Em outro trecho das imagens, uma sacola contendo valores em espécie é entregue ao gestor. O material audiovisual foi analisado pela Promotoria de Justiça responsável pelo caso.
O Ministério Público também considerou a divulgação de um áudio atribuído a Rogério Martins, no qual ele solicita apoio de membros e servidores da Câmara Municipal para justificar o episódio registrado nas imagens. A Promotoria cita ainda a existência de outra investigação relacionada a supostas irregularidades no DAE, envolvendo o pagamento de produtividade a servidores e possível desvio de recursos públicos.
Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, a medida busca assegurar a adequada apuração dos fatos e o cumprimento dos princípios que regem a administração pública.“A Administração Pública tem o dever de investigar toda situação que possa comprometer a legalidade, a moralidade e a confiança da população nas instituições. Nossa recomendação visa justamente garantir que os fatos sejam esclarecidos e que as providências cabíveis sejam adotadas.”, explicou.
Na notificação, o Ministério Público concedeu prazo de dez dias para que o município informe as medidas adotadas e encaminhe documentos que comprovem o atendimento da recomendação. Além disso, as informações apuradas foram compartilhadas com a Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), para conhecimento e eventual adoção das providências cabíveis.

Leia Também:  Promotor de Justiça será homenageado em Vila Rica 

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA