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Comitê municipal é criado para estimular vacinação em Vila Rica

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Com o objetivo de estimular a vacinação de crianças, adolescentes e idosos, de modo a melhorar os índices atuais de cobertura, o Município de Vila Rica (a 1.259km de Cuiabá) criou o Comitê de Atividades de Vacinação de Alta Qualidade (AVAQ). O Ministério Público de Mato Grosso integra o comitê ao lado da Secretaria Municipal de Saúde, Conselho Tutelar, Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), líderes comunitários e religiosos. 

Em reunião realizada nesta segunda-feira (13), os integrantes do comitê definiram diversas ações, entre elas a busca ativa e criação de “Dias D” para vacinação da população em geral. “No caso específico do público infantojuvenil, a Secretaria Municipal de Saúde pediu apoio do Ministério Público para, sendo necessário e como última medida, agendar reuniões entre os promotores de Justiça e os pais faltosos às campanhas, com o intuito de sensibilizá-los a respeito da importância da vacinação e esclarecer sobre o dever de zelarem pelo bem-estar e saúde dos filhos”, contou a promotora de Justiça Clarisse Moraes de Ávila.  

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Saiba mais – Em junho deste ano, a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico expediu recomendação aos promotores de Justiça de Mato Grosso que atuam na área, para que adotem as medidas necessárias com o propósito de intensificar a vacinação em regiões com baixos índices de imunização. Conforme o documento, os integrantes do Ministério Público de Mato Grosso devem atuar judicial ou extrajudicialmente, visando a significativa melhoria dos índices.

Junto à essa recomendação, foi encaminhado o ranking dos 42 municípios do estado com as menores taxas de cobertura, por tipo de vacina, para facilitar a atuação dos promotores de Justiça. Atualmente, o município de Vila Rica figura na lista, em 26º lugar, dos municípios com a menor taxa de cobertura vacinal contra influenza em idosos.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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