Ministério Público MT

Ceaf promove capacitação em técnicas de inteligência em fontes abertas

Publicado em

O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) promove, até sexta-feira (5), a Capacitação em Técnicas de Open Source Intelligence (OSINT) e Investigação em Ambiente Virtual, na sede das Promotorias de Justiça de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá). O curso é voltado para 50 agentes policiais do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.A capacitação é promovida em parceria com a unidade desconcentrada do Gaeco em Rondonópolis, sob a coordenação do promotor de Justiça José Vicente Gonçalves de Souza, e com a Diretoria da Agência Central de Inteligência (Daci) da Polícia Militar de Mato Grosso, representada pelo diretor Cel. Siziéboro Elvis de Oliveira Barbosa e pelo chefe da agência regional de inteligência da PM em Rondonópolis, major PM Heryk Henryk de Deus. O instrutor é o analista de inteligência Wallace Silva Bismark. O objetivo da formação é aprimorar a atuação investigativa, garantindo a coleta, análise e validação de dados de fontes abertas com segurança e conformidade legal, fortalecendo a produção de provas e a prevenção e repressão de ilícitos.Desenvolvida para capacitar os participantes no uso estratégico e seguro de informações digitais, a formação combina teoria e prática. Segundo o coordenador do Ceaf, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, “os participantes estarão aptos a empregar metodologias e ferramentas de inteligência digital de forma eficaz, potencializando resultados e elevando o nível de excelência das investigações conduzidas no âmbito institucional”.

Leia Também:  Letramento racial é chave para transformar a democracia, afirma jurista

Fonte: Ministério Público MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Acusado de assassinato contra mulher trans vai a júri

Published

on

O Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá realiza nesta terça-feira (04), às 9h, o julgamento de Junio Santos da Silva, acusado pelo assassinato da mulher trans conhecida pelo nome social Gisa (Gerardo Ribeiro Lima Junior). A sessão será realizada no Fórum de Cuiabá e contará com a atuação, pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), do promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme a denúncia oferecida pelo Ministério Público, o réu responde por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de asfixia, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e a imputação da qualificadora de menosprezo ou discriminação à condição de mulher, por se tratar de crime praticado contra mulher trans em contexto de discriminação de gênero. Segundo o MPMT, na madrugada de 7 de abril de 2024, em um terreno baldio localizado na Rua Professora Tereza Lobo, no bairro Consil, em Cuiabá, Gisa foi agredida com extrema violência, sofrendo diversos golpes na cabeça e sendo posteriormente asfixiada, lesões que causaram sua morte. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe, mediante emprego de meio cruel e com utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima. O Ministério Público também apontou que a ação criminosa ocorreu em razão da condição de mulher transgênero da vítima, circunstância que ensejou a imputação da qualificadora de menosprezo ou discriminação à condição de mulher. Ainda segundo o Ministério Público, a investigação apontou que o acusado teria reagido de forma violenta ao descobrir que Gisa era uma mulher trans, circunstância que será apreciada pelos jurados durante o julgamento. A materialidade do crime foi comprovada por laudos periciais, imagens de câmeras de segurança e demais elementos reunidos durante a investigação. Na sentença de pronúncia, a Justiça reconheceu a existência de indícios suficientes de autoria e determinou que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri pelos crimes descritos na denúncia ministerial. O réu foi localizado e preso em novembro de 2024, no município de Matozinhos (MG), permanecendo custodiado desde então. Durante a fase de investigação, conforme registrado nos autos, ele admitiu a prática do crime em depoimento à polícia, embora tenha permanecido em silêncio durante o interrogatório judicial.

Leia Também:  MP debate avanço irregular de chácaras em área rural de Cuiabá

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA