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Alunos do curso Policial Mirim conhecem estrutura do MPMT 

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Estudantes do curso Policial Mirim, realizado no município de Barra do Bugres, a 165 km de Cuiabá, conheceram nesta quinta-feira (28) as dependências das Promotorias de Justiça do município. Os adolescentes, com idades entre 13 e 16 anos, foram recepcionados pelos promotores de Justiça Aldo Kawamura Almeida e Kelly Cristina Barreto dos Santos.

Durante a visita, os estudantes esclareceram dúvidas sobre as atribuições do Ministério Público nas áreas cível e criminal. Também fizeram perguntas sobre a atuação dos promotores de Justiça na defesa do meio ambiente e na proteção das crianças e adolescentes.

“A visita teve como objetivo mostrar um pouco do Ministério Público de Mato Grosso, o seu funcionamento e qual é a função de cada promotor de Justiça nos municípios. Os alunos puderam constatar na prática que a instituição não serve apenas para punir, sendo imprescindível para a efetivação do acesso à justiça, viabilizando a defesa do povo e a fiscalização da lei”, ressaltou o instrutor e coordenador do curso, 2º sargento da PM Raimundo Capistrano de Amorim.

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Segundo ele, o projeto foi criado no ano de 2014 com futebol para crianças carentes e em situação de vulnerabilidade social. Com o passar dos anos, foi implantado o curso PM Mirim, com defesa pessoal, sala de informática e música. A iniciativa atende mais de 450 crianças de cinco a 17 anos do município e nos Distritos de Assari e Currupira.

A visita também foi acompanhada pelo cabo da PM e instrutor Luiz Rodrigues da Silva.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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