Mato Grosso

Mais 1,5 mil atletas participam da 5ª Corrida de Combate ao Trabalho Escravo em Cuiabá

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Mais de 1,5 mil atletas participaram, neste domingo (23.2), da 5ª Corrida de Combate ao Trabalho Escravo, realizada no entorno do Parque Tia Nair, em Cuiabá. A largada ocorreu às 6h30, com percurso de 5 quilômetros.

Promovida pela Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae), com apoio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), a corrida integra o calendário de ações voltadas à conscientização e ao enfrentamento do trabalho escravo contemporâneo em Mato Grosso.

Além de incentivar a prática esportiva e a qualidade de vida, o evento mobilizou atletas amadores, profissionais, servidores públicos e famílias em torno da prevenção e combate a essa violação de direitos, reforçando a importância da denúncia e da proteção à dignidade do trabalhador.

Na classificação geral, o primeiro lugar feminino ficou com Querli Lima de Paula, enquanto o campeão masculino foi Deivys Jesús. Entre os servidores da Sesp, Lais Hoshino conquistou o primeiro lugar no feminino, e Reginaldo Duarte foi o vencedor na categoria masculina.

A iniciativa consolida-se como uma das principais ações de conscientização social do Estado sobre o tema, reunindo participantes em um momento de integração, cidadania e compromisso com os direitos humanos.

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Mais informações e resultados complementares podem ser consultados no site www.morro-mt.com.br

*Sob supervisão de Willian Silva

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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