Mato Grosso

Live realizada pela Seplag aborda cuidados com a saúde mental

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A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) realiza, nesta sexta-feira (26.01), uma live cujo tema é “Da cultura da saúde mental às estratégias essenciais para o cuidado com a mente”, por meio da Coordenadoria de Saúde e Segurança do Trabalho (CSST) em parceria com a Coordenadoria de Gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (CGSST).

O encontro será transmitido via Google Meet e no canal da Seplag no YouTube, às 10h. A apresentação será feita pelo coordenador de Provimento da Seplag, Félix Lautom, com mediação da psicóloga e coordenadora da CSST, Katya Rodrigues.

Os tópicos a serem abordados tratam do reconhecimento dos sinais de alerta à prática esportiva como prevenção do adoecimento mental. A live faz parte da campanha “Janeiro Branco: cuidando da saúde mental de janeiro a janeiro” promovida pela própria secretaria. Todos os servidores do Estado podem participar.

O psicólogo e coordenador da CGSST, Flávio Jabra, destacou a relevância dos cuidados mentais e sua prática diária. “Assim como vamos à academia todos os dias, é de extrema importância que a gente cuide da saúde mental da mesma maneira”, pontuou. A negligência com este cuidado se manifesta no dia a dia, com a dificuldade em lidar com determinados problemas e desgastes nas relações de trabalho.

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Cuidar do corpo e da mente é um dos principais atos de respeito e amor a si mesmo. A dinâmica do mundo atual em que as pessoas vivem com pressa leva a um esgotamento psíquico e físico.

Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que um a cada quatro brasileiros sofrerá algum tipo de transtorno mental ao longo da vida.

Saúde mental e sofrimento psíquico no trabalho: uma questão individual?

O debate acerca da saúde mental é pertinente ao ambiente de trabalho, haja vista que as pessoas durante um terço, ou mais, do dia, estão inseridas nele e as relações estabelecidas ultrapassam, muitas vezes, a barreira profissional. Refletir sobre a importância da organização do trabalho em prol da Cultura da Saúde Mental é essencial para evitar reducionismos e discutir o tema a partir de suas múltiplas dimensões, como é destacado pela psicóloga e palestrante do evento, Wilma de Oliveira.

“É importante criar um ambiente de equilíbrio entre vida pessoal e profissional, incentivando práticas saudáveis de gestão do tempo, pausas durante o expediente e a promoção de atividades voltadas ao bem-estar dos colaboradores””, frisou.

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Wilma também considera a cultura de saúde mental como um esforço conjunto da liderança, dos servidores e dos profissionais de saúde, visando criar um ambiente acolhedor e agradável.

Serviço
Data e hora: 26/01/2024 (sexta-feira), às 10h
Links:
Google Meet
YouTube

Canais de ajuda

CVV- 188
Clínica de Psicologia Univag – (65) 3688-6153
Clínica de Psicologia Unic – (65) 3363-1278
CAPS – CPS I – (65) 3649-1968 / 6349 / 6618
CAPS II – (65) 3617-1830 / 1831
CAPS AD II – (65) 3617-1835 / 1836

Supervisão: D’Laila Borges

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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