Mato Grosso

Homem é preso em flagrante pela PM após agredir esposa grávida em terminal de ônibus

Publicado em

Equipes do 3º Batalhão da Polícia Militar prenderam, na manhã desta terça-feira (26.11), um homem, de 30 anos, suspeito de agredir a esposa gestante no bairro Morada da Serra, em Cuiabá. A vítima, de 40 anos, estava com sangramento no nariz depois de ser agredida com socos e chutes.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares foram acionados, por volta das 8h30, para se deslocarem até o terminal de ônibus do CPA I, pois havia um homem agredindo a mulher no local.

Assim que chegaram os militares, testemunhas relataram que o homem estava escondido dentro de um dos ônibus. Ele foi abordado em seguida.

Os policiais encontraram a vítima caída no chão com algumas escoriações pelo corpo, bem como inchaço na região da cabeça. A mulher relatou que está gestante, convive com o suspeito há 4 anos e que já viveu diversas situações de violência doméstica.

A mulher ressaltou que as agressões de hoje ocorreram, após ela flagrar o marido em um relacionamento extraconjugal no local. O homem também se negou a devolver o cartão de vale transporte à vítima.

Leia Também:  Governo de MT lança "Disque Extorsão contra Facções Criminosas" nesta terça-feira (11)

Os policiais militares identificaram que o homem apresentava diversas lesões pelo corpo. Ele tem passagens criminais por furto e tentativa de homicídio. Ambos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

Published

on

A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

Leia Também:  Polícia Civil prende homem que matou colega de moradia com botijão de gás em Água Boa

Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA