Mato Grosso

Governo finaliza iluminação da rodovia para Santo Antônio do Leverger

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O Governo de Mato Grosso finalizou a implantação da rede de iluminação pública da MT-040, rodovia que liga Cuiabá a Santo Antônio do Leverger. Os 17 quilômetros da estrada entre a rotatória com a Rodovia dos Imigrantes e o município vizinho agora estão 100% iluminados com LED.

A obra foi executada pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística, em um investimento de R$ 5,5 milhões, recursos totalmente estaduais. As luminárias de LED garantem maior visibilidade e mais segurança para todos os motoristas, principalmente no período noturno, além de serem mais duradouras e econômicas do que lâmpadas comuns.

Santo Antônio do Leverger é um dos principais destinos procurados pelos moradores da capital em busca de lazer, com atrativos como restaurantes e pesqueiros. A MT-040 ainda é caminho para o Pantanal de Mimoso, com as baías de Chacororé e Siá Mariana.

Além disso, o Governo do Estado também está construindo o Novo Hospital Universitário Júlio Müller, nas margens da rodovia. Com previsão de ser entregue no fim de 2024, a nova unidade hospitalar deve aumentar o fluxo de carros na rodovia, inclusive no período noturno.

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“Nós já entregamos a iluminação na MT-251 até o trevo de Manso e agora finalizamos a iluminação da MT-040. Cuiabá é uma cidade que cresce cada vez mais e essas rodovias têm um trânsito cada vez maior. A iluminação vai contribuir com a segurança de todos”, afirma o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

Foram instalados postes com 14 metros de altura e lâmpadas de LED com 220 W de potência, todos com dispositivo de acendimento automático no período noturno.

Restauração

A Sinfra-MT também está restaurando esse trecho de 17 km da MT-040 entre Cuiabá e Santo Antônio. As obras são realizadas nos dois sentidos da pista, em um investimento de R$ 9 milhões por parte do Estado.

Além da recuperação do asfalto, está prevista também a limpeza da vegetação e do sistema de drenagem. As máquinas já estão trabalhando na pista, o que exige atenção redobrada dos motoristas que vão passar por esse trecho.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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