Mato Grosso

“Governo faz acontecer junto com as prefeituras” afirma prefeito

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O município de Sapezal vai receber mais R$ 115,9 milhões em recursos do Governo do Estado. Os valores serão aplicados em obras de infraestrutura, investimentos na saúde, educação e assistência social.

Durante evento realizado na noite desta sexta-feira (06.03) no município, o prefeito de Sapezal, Cláudio Scariote, destacou a parceria realizada com o Governo de Mato Grosso para investir bem e fazer o máximo possível com os recursos públicos.

“Precisamos disso, de um Governo que faz acontecer dentro do nosso Estado, juntamente com todas as prefeituras. Trabalhando muito e fazendo sempre o melhor”, afirmou o prefeito.

Na infraestrutura, o Governo vai investir na restauração do asfalto de estradas vicinais, asfaltar ruas da cidade e construir um pavilhão comunitário. Já na saúde serão duas novas ambulâncias para a cidade. Os estudantes, por sua vez, serão beneficiados com a reforma da Escola Estadual Luiz Frutuoso da Silva, seis novos ônibus escolares e entrega de 1.140 chromebooks.

O governador Mauro Mendes destacou a importância de o Governo ajudar os municípios e que isso é fruto do trabalho de reconstrução do Estado. “Viemos aqui para assinar e autorizar obras e convênios importantes para continuar desenvolvendo essa cidade e essa importante região do nosso Mato Grosso”, afirmou.

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A área da assistência social também recebeu novos recursos, com a entrega de 6.700 cestas básicas, 1.602 cobertores e qualificação profissional de trabalhadores pelo programa Ser Família.

O deputado estadual Carlos Avallone lembrou que o Governo do Estado tem realizado muitas obras, com estradas, escolas e hospitais, mas que não é apenas isso. “Esse é um governo que tem visão social, que faz a parte social”, afirmou. Ele lembrou, por exemplo, dos investimentos realizados para a área da saúde mental, tema importante nos dias atuais.

Residencial Jardim Primavera

Outra ação realizada foi a autorização para concessão da entrada facilitada para compra das 532 casas dos residenciais Primavera I e II, por meio do programa Ser Família Habitação.

O governador Mauro Mendes afirmou que esse é um dos programas que mais o orgulha em Mato Grosso. “O Governo de Mato Grosso repassa 35 mil reais para pagar a entrada de um financiamento que é feito pela Caixa Econômica Federal, com juros subsidiados, e isso permite que milhares e milhares de famílias realizem o sonho da Casa Própria”, afirmou.

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A representante da Caixa Econômica Federal, Alessandra Borges, disse que este é um momento sempre bonito. “Não se trata só da construção de casas, se trata do sonho das pessoas. O lar é onde as famílias se formam e onde o sonho tem espaço, onde os filhos crescem e se formam para o futuro”, afirmou.

Também estiveram presentes os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, Valmir Moretto, Dr. João e Chico Guarnieri, os secretários chefe da Casa Civil, Fabio Garcia, de Educação, Alan Porto, de Segurança Pública, coronel César Roveri e o presidente da MT PAR, Wener Santos.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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