¿O Governo de Mato Grosso está com imóveis em 15 residenciais, entre casas e apartamentos, disponíveis para aquisição em Cuiabá e Várzea Grande no Sistema de Habitação de Mato Grosso (Sihab-MT). As unidades fazem parte do Programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, e integram a modalidade Entrada Facilitada, na qual o interessado pode receber o subsídio de até R$ 20 mil para ser aplicado na entrada do imóvel.
“Sei a importância de se ter uma casa e transformá-la em um lar. É com o coração cheio de alegria que acompanho o desenvolvimento deste programa e aguardo, ansiosa, o cumprimento da nossa meta, que é de 40 mil casas em todo o Mato Grosso. Sonhei com esse projeto, a cada passo que avançamos me sinto mais e mais realizada”, disse a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.
Ao todo, em Cuiabá e Várzea Grande, estão cadastradas 1.279 unidades habitacionais, sendo 987 casas e 292 apartamentos. Apenas no fim da semana passada, foram assinadas 600 autorizações de subsídios para famílias beneficiadas nas duas cidades. Também foi assinado o projeto de lei, que foi encaminhado para aprovação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, que prevê a destinação de três terrenos do Governo do Estado para construção de mais 2.106 apartamentos.
Débora Barbosa de Brito assinando o contrato para aquisição da casa própria
Em Cuiabá, uma das contempladas é Débora Barbosa de Brito. Ela será uma das moradoras do residencial Villagio Gran Pietra, no bairro Pedra 90, onde foram construídas 31 casas com área útil de 51,27 metros quadrados. “Eu vi a primeira-dama Virginia Mendes na TV falando sobre o cadastro. Então, eu entrei e foi bem tranquilo navegar no site. Agora, consegui assinar o contrato do meu imóvel e sei que seria bem difícil conseguir se não houvesse a ajuda da entrada. Quem tem R$ 5 mil ou R$ 10 mil para dar uma entrada?”, relata Débora Barbosa de Brito.
Entenda a modalidade Entrada Facilitada
A modalidade Entrada Facilitada é operacionalizada pela MT Participações e Projetos S/A (MT Par) e tem como público alvo as famílias que podem pagar uma parcela justa pela casa, porém não conseguem poupar um valor suficiente para dar a entrada do imóvel. O presidente da MT Par, Wener Santos, explica que as pessoas podem ter acesso a subsídios do Governo do Estado de até R$ 20 mil e o valor pode ser agregado a outros programas habitacionais, como o Minha Casa, Minha Vida e ainda aos benefícios concedidos aos trabalhadores para o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
“Estamos presenciando uma transformação na vida das famílias, tendo em vista que muitas delas acabam zerando o valor da entrada, que para qualquer financiamento do mercado deve corresponder a 20% do valor do imóvel. Em reais, estaríamos falando de cerca de R$ 40 mil ou R$ 50 mil. Conseguir este valor é improvável para parte da população, já que existem os custos básicos das famílias e ainda as imprevisibilidades. Uma situação que está sendo revertida com o programa, que foi formatado a partir da sensibilidade e empatia da primeira-dama, Virginia Mendes”, afirma Santos.
Fique atento aos residenciais que estão com as inscrições abertas
Residenciais com a manifestação em interesse em aberto em Cuiabá: Chapada Flamboyant, Residencial Alameda do Cerrado – Módulo I, Chapada das Palmeiras, Condomínio João de Barro, Parque do Cerrado – Condomínio Guará, Residencial Villaggio Magnólias, Residencial Villaggio Violettas e Villagio Gran Pietra
Residenciais com a manifestação em interesse em aberto em Várzea Grande: Reserva Novo Mundo III, Chapada das Cerejeiras, Chapada das Cerejeiras – Módulo II, Novo Sol II, Reserva Novo Mundo I, Reserva Novo Mundo II e Residencial Monaco.
Veja mais informações sobre os residenciais no site da MT Par.¿
O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.
Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.
“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.
O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.
Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.
Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.
“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.
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