Mato Grosso

Gefron prende dois homens com 153 tabletes de skunk em caminhão de transporte de alimentos

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) prendeu dois homens e apreendeu 153 tabletes de skunk, também conhecida como supermaconha, em um caminhão de transporte de produtos alimentícios da Prefeitura Municipal de Cáceres (220 km de Cuiabá), nesta segunda-feira (08.07).

A abordagem foi realizada por uma equipe de policiais na BR-070, no Posto do Limão. Durante a vistoria minuciosa, os policiais encontraram porções da droga dentro do compartimento de carga, entre a câmara fria e a parte superior do veículo, além de na caixa de ferramentas localizada na lateral do caminhão.

O motorista, de 35 anos, e o passageiro, de 29, foram encaminhados para Delegacia de Fronteira (Defron), junto com o veículo apreendido.

Esta ação é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que faz o enfrentamento contínuo e integrado ao tráfico de drogas e outros crimes fronteiriços.

Participaram da ação a Polícia Militar, Civil, Exército Brasileiro, Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Esfap), e Companhia Independente de Segurança Institucional da PM.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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