Mato Grosso

Forças de Segurança fazem ação educativa sobre segurança no trânsito em bares de Cuiabá

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), em conjunto com as forças de segurança pública de Mato Grosso, realizaram a abordagem educativa “Amigo da Rodada”, na noite desta quinta-feira (29.06), em bares da região do Jardim Europa, em Cuiabá. A ação tem como foco principal levar a mensagem de que bebida e direção é uma combinação perigosa.

Foram realizados 30 testes com o aparelho etilômetro, momento em que os cidadãos tiveram a oportunidade de saber como funciona o teste e receberam orientações quanto às implicações legais àqueles que dirigem após o consumo de bebidas alcoólicas.

Em uma abordagem de fiscalização de trânsito, o condutor que apresentar índice de álcool no sangue superior a 0,33 miligramas por litro de ar expelido no teste do etilômetro é preso em flagrante, deve pagar multa no valor de R$ 2.934,70 e tem a CNH suspensa, além de responder por crime de embriaguez ao volante previsto no artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.

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“O amigo da rodada é uma ação educativa que traz um diálogo com a sociedade de forma a orientar as pessoas que estão nos bares sobre a causa e consequência de beber e dirigir. Porém, mais importante do que falar sobre as implicações em si é elevar o processo de consciência desses cidadãos através de informações de educação para o trânsito, para a redução de sinistros”, disse a coordenadora de Ações Educativas do Detran-MT, Gresiella Almeida.

Após o teste com o etilômetro, o cidadão que não apresentou índice de alcoolemia recebeu kits educativos como reforço pela atitude positiva.

A ação “Amigo da Rodada” foi realizada de forma integrada entre o Detran-MT, Gabinete de Gestão Integrada da Sesp-MT, Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) de Cuiabá.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Obras em área de preservação são investigadas pelo MPMT

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou inquérito civil para apurar obras e intervenções realizadas pelo Município de Colíder em uma Área de Preservação Permanente (APP) às margens do Rio Jaracatiá, na Avenida do Colonizador Roque Guedes, região central da cidade. A investigação é conduzida pela promotora de Justiça Graziella Salina Ferrari, titular da 1ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Colíder.A medida foi adotada após a constatação de intervenções na APP durante vistoria realizada pelo Ministério Público nesta quinta-feira (20). Conforme o relatório elaborado pela Promotoria, foram identificados serviços de remoção de vegetação, movimentação de terra com o uso de escavadeira hidráulica, exposição do solo e colocação de pedras nas margens do curso d’água. Na portaria de instauração, a Promotoria de Justiça destaca que as faixas marginais de cursos d’água são protegidas pela legislação ambiental como Áreas de Preservação Permanente e que qualquer intervenção nesses locais depende da observância das hipóteses legais, além da obtenção de licenciamento ambiental, autorização do órgão competente e, quando necessário, outorga de recursos hídricos. A realização de intervenções em APP sem as devidas autorizações pode caracterizar infrações previstas na Lei de Crimes Ambientais.Como primeiras providências da investigação, a promotora requisitou ao Município o envio, no prazo de 10 dias úteis, de documentos relacionados ao possível licenciamento ambiental, autorizações para intervenção em APP, atos de outorga ou dispensa de outorga, além dos projetos executivos das obras e respectivas Anotações de Responsabilidade Técnica (ARTs). A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também deverá apresentar cópias dos procedimentos administrativos de licenciamento e das eventuais autorizações emitidas, bem como o parecer técnico que possa ter fundamentado a liberação da intervenção. Já a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) foi oficiada para informar a existência de processos administrativos relacionados às obras e realizar fiscalização no local, com o encaminhamento posterior de relatório à Promotoria de Justiça. Além disso, a promotora solicitou apoio técnico especializado ao Centro de Apoio Operacional às Promotorias (CAEx Ambiental) para análise da área por imagens de satélite. O objetivo é identificar as condições da cobertura vegetal antes da intervenção, delimitar a extensão da APP, mensurar a área afetada, avaliar os danos ambientais já causados e os riscos decorrentes das obras, especialmente em períodos chuvosos, bem como estimar a valoração econômica dos eventuais prejuízos ambientais.O relatório de vistoria produzido pelo Ministério Público aponta intervenção direta em ambas as margens do Rio Jaracatiá, abrangendo trechos da Área de Preservação Permanente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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