Mato Grosso

Força Tática prende três suspeitos por integrar quadrilha de roubos de cargas

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Policiais militares da Força Tática da 20º Companhia Independente prenderam, na noite desta terça-feira (18.04), três homens por formação de quadrilha, porte ilegal de arma e resistência, suspeitos de roubos de veículos de cargas, em Nova Mutum (242 km de Cuiabá). Foram apreendidos um revólver calibre 38 e uma pistola calibre 380.

Conforme informações do boletim de ocorrência, os militares da inteligência apuravam uma possível associação criminosa de Cuiabá que estaria indo para a região do Distrito da Guia, para realizar um roubo de carreta e sua carga. Os suspeitos seriam responsáveis por diversos roubos dessa modalidade e mantinham as vítimas em cárcere privado até darem destino a carga roubada.

Os militares receberam informações de que os suspeitos estariam em dois veículos, sendo uma Renault Duster e uma Chevrolet S-10, ambos brancos, com destino a Nova Mutum. Três dos suspeitos foram detidos ainda na caminhonete, quando afirmaram aos policiais que outras duas pessoas estariam no outro veículo.

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Em ronda pela rodovia, os militares identificaram a dupla na Duster, que saíram em alta velocidade, dando início a uma perseguição policial. Em certo momento, o condutor perdeu o controle da direção, saiu da pista e caiu com veículo em um barranco.

Os suspeitos se dividiram, sendo que um deles correu para uma área de mata fechada e efetuou disparos de arma de fogo contra os policiais, que revidaram a injusta agressão. O homem acabou ferido, sendo constatada a morte por uma equipe do Corpo de Bombeiros, ainda no local dos disparos. Até o momento, o comparsa não foi localizado.

Os integrantes da quadrilha, os veículos e as armas apreendidas foram encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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