Mato Grosso

Força Tática prende mulher com tabletes de maconha e pasta base em Campo Novo do Parecis

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam em flagrante uma mulher de 32 anos por tráfico de drogas, na noite desta segunda-feira (12.08), em Campo Novo do Parecis. Com a suspeita, a PM apreendeu três tabletes de maconha, um tablete de pasta base e porções de outras drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, a Força Tática recebeu informações sobre a localização de uma integrante de facção criminosa, que seria responsável por armazenar e comercializar drogas dentro de sua residência. Ainda de acordo com a denúncia, a suspeita estaria com grande quantidade de entorpecentes naquele momento.

Em diligências até o endereço da suspeita, os militares flagraram a mulher na frente do imóvel entregando um pacote em um veículo. Imediatamente, os policiais realizaram abordagem e detiveram a suspeita, porém o carro fugiu da localidade.

Com a mulher, a PM encontrou uma porção de cocaína. Em seguida, a suspeita levou os militares para o interior da casa, onde foram encontrados todo o restante da droga, totalizando cinco quilos de entorpecentes apreendidos. Também na casa foram apreendidos materiais para embalagens das drogas e a quantia de R$ 173,00 em dinheiro.

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Diante do flagrante, a mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida para o Cisc de Tangará da Serra para registro da ocorrência e demais procedimentos pertinentes ao caso.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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