Mato Grosso

Foragido por feminicídio no Maranhão é preso pela Polícia Civil em Marcelândia

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Um homem foragido da Justiça do Maranhão teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil de Mato Grosso, no sábado (21.09), após checagens em sistemas realizadas pela equipe policial da Delegacia de Marcelândia.

O suspeito de 34 anos estava com mandado de prisão decretado pela Justiça do Maranhão por crime de feminicídio, ocorrido em 2020.

A prisão do foragido ocorreu após ele ser conduzido à delegacia de Marcelândia como vítima de uma tentativa de homicídio. Segundo informações, o procurado estava em um churrasco na casa de um casal, ocasião em que tentou abusar sexualmente da dona da residência, sendo esfaqueado no pescoço por ela.

A equipe da Polícia Militar atendeu a ocorrência e conduziu todos os envolvidos para a delegacia. Durante qualificação da vítima, a equipe da Polícia Civil descobriu o mandado de prisão preventiva em aberto, o qual foi cumprido.

Após receber atendimento médico, o preso passou pelos procedimentos cabíveis para cumprimento da ordem judicial, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Penas de condenados por homicídio e organização criminosa somam 67 anos

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O Tribunal do Júri da Comarca de Sinop (a 500 km de Cuiabá) condenou, na quarta-feira (26 de agosto), Leonardo dos Santos Pires e Hailton Viana de Paula pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e organização criminosa. As penas aplicadas aos dois réus somam mais de 67 anos de reclusão. O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada em plenário pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), representado pelo promotor de Justiça Herbert Dias Ferreira. As condenações foram fixadas em regime inicial fechado, com determinação de execução imediata das penas.
Apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso, Leonardo dos Santos Pires foi condenado a 33 anos, nove meses e 11 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Os jurados reconheceram que, além de participar do homicídio qualificado, ele exercia função de comando na organização criminosa. O condenado já acumula mais de 262 anos de penas impostas pela Justiça por outros crimes, incluindo homicídios praticados em Sinop.
Já Hailton Viana de Paula foi condenado a 33 anos, nove meses e 12 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Na sentença, a juíza presidente do Tribunal do Júri, Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, destacou a gravidade dos fatos e considerou, na dosimetria da pena, a idade da vítima, que era menor de 18 anos.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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