A exposição “Impulso: fotografia que inspira, inclusão que transforma” está em cartaz no Centro Cultural Casa Cuiabana de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, até o dia 31 de maio. Viabilizada com recursos do edital Viver Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a mostra reúne obras selecionadas em concurso destinado a fotógrafos com deficiência residentes em Mato Grosso. A entrada é gratuita.
“Essa é uma exposição que celebra o protagonismo de pessoas com deficiência através da arte fotográfica, da resiliência e da inclusão. Nestas obras, encontramos mais do que imagens capturadas; encontramos histórias de coragem, determinação e superação”, comenta Lilian Barbon, uma das curadoras da exposição.
Com obras dos fotógrafos Ana Beatriz, Camila Cristina e Franscisvaldo Gonçalves, a exposição Impulso é composta por 20 obras que abordam temas diversos como natureza, amor, arte, cidade e vida animal.
“Amo fotografias e sempre tive vergonha por ser uma pessoa com deficiência. Essa iniciativa me deixou mais aberto e confiante em mim mesmo. É como um divisor de águas. Quero continuar este trabalho que para mim significa mais que umas fotografias. Eu vejo o mundo com a alma e a fotografia representa isso, no meu mundo”, relata Francisvaldo Gonçalves, um dos fotógrafos que participa da exposição.
Para o idealizador e diretor geral do projeto, Lu Oliari, as imagens refletem a essência dos artistas que compõem a exposição. “O mais importante é demonstrar que todas as pessoas são capazes de contar histórias incríveis pela fotografia, independente do seu nível técnico ou equipamento que possua”, destaca.
As instituições de ensino ou grupos que desejam realizar visitas guiadas, poderão realizar o agendamento com o produtor do projeto, Pedro Magalhães, pelo telefone (65) 9 8405 9683 ou pelo e-mail [email protected]. (Com informações da Assessoria)
Mais Viver Cultura: peça “Guerra do Paraguai”
O edital Viver Cultura promove também o espetáculo teatral “Guerra do Paraguai”, que estreia nesta terça-feira (14.05), às 19h, em Rondonópolis. Inspirada no maior conflito armado da história da América Latina, a peça é realizada em formato de teatro de rua, buscando aproximar e fomentar o acesso gratuito do público ao teatro.
A primeira apresentação acontece no saguão do bloco da Psicologia na Universidade Federal de Rondonópolis (UFR). Estarão em cena integrantes do grupo Patologia Cênica e ex-integrantes do Coletivo CorpoAnu, ambos do município.
O elenco revive momentos desde a morte do governador da província de Mato Grosso na prisão do Paraguai até a perseguição e morte de Francisco Solano Lopes ao longo de cinco anos de conflitos, que contaram com a união do Brasil, da Argentina e do Uruguai. Segundo historiadores, a Guerra do Paraguai matou entre 300 mil e 450 mil pessoas dos quatro países. (Com informações da Assessoria)
A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.