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Escola de Rondonópolis desenvolve laboratório maker com apoio da Fapemat

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O laboratório “Mão na Massa” da Escola Estadual Pindorama, em Rondonópolis, passa a desenvolver mais um projeto para ampliar o conhecimento dos alunos por meio da cultura maker. O novo projeto “Mão na Massa – Criando Autômatos”, tem como foco a criação de autômatos de madeira que recriam os movimentos de animais e fenômenos naturais por meio de engrenagens, alavancas, eixos e polias.

O laboratório maker é coordenado pelo professor de física Gabriel Victor Munhoz, e fomentado pelo Programa de Pesquisa e Inovação na Escola (PIE) do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (FAPEMAT). A escola inaugurou o espaço em julho do ano passado, quando iniciou o projeto “Mão na Massa – Cultura Maker na Educação”, que teve como objetivo principal montar um laboratório maker e criar kits educacionais, utilizando robótica e modelagem 3D.

Esses espaços de laboratórios Makers nas escolas, são voltados para que os alunos aprendam a transformar a teoria em prática, onde as ideias podem ser desenvolvidas e construídas por meio de brinquedos, robôs, aplicativos, mostrando todo o potencial dos alunos através da criatividade.

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Os autômatos desenvolvidos são disponibilizados aos professores para serem utilizados em suas práticas pedagógicas, com ênfase nas disciplinas da área de ciências da natureza. Isso se deve ao fato de que os mecanismos utilizados na produção dos autômatos são objetos de conhecimento da disciplina de física.

Além da ampliação e aperfeiçoamento do laboratório maker, o projeto tem como objetivos específicos a criação dos autômatos de madeira e a publicação dos resultados obtidos em eventos regionais e revistas científicas.

Com a adição da ala de marcenaria ao laboratório maker, a expectativa é ampliar as possibilidades de desenvolvimento das práticas experimentais de física e matemática. Na segunda edição do projeto deste ano os estudantes terão oportunidade de vivenciar novas formas de ensino e aprendizagem, aplicando os conceitos estudados nos laboratórios e em salas de aula. Além disso, os professores contarão com novas ferramentas de ensino e aprendizagem.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada

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A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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