Mato Grosso

Embaixatriz da Síria conhece projetos sociais idealizados pela primeira-dama

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A embaixatriz da Síria, Cláudia Abbas, esteve na Secretaria de Estado de Assistência Social (Setasc), nesta terça-feira (16.01), para ver de perto a execução dos projetos sociais SER Família, idealizados pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

As duas se encontraram na COP 28, em Dubai, em novembro do ano passado, quando Virginia apresentou os programas SER Família, SER Família Mulher e SER Família Indígena, durante o painel “Empoderamento dos povos indígenas: uma jornada de equidade de gênero e turismo sustentável”.

“Tive a oportunidade de conhecer os programas SER Família durante a COP e quis saber mais sobre eles para pensarmos juntas uma forma de colaboração, pois fiquei muito orgulhosa de ver uma mulher mato-grossense tão dedicada aos assuntos sociais e a ajudar as pessoas necessitadas”, afirmou a embaixatriz.

Virginia foi a única primeira-dama convidada a falar dos programas sustentáveis de Mato Grosso em uma COP, fazendo o SER Família e suas vertentes se tornarem referência internacional em projetos sociais.

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“Os programas, além de trabalhar pelo empoderamento das mulheres, promover o empreendedorismo e a qualificação profissional das famílias, se alinham aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, aprimorando o acesso à educação, saúde e de oportunidades econômicas. São programas que se completam em todas suas vertentes”, explicou a titular da Setasc, Grasi Bugalho, que recebeu a embaixatriz.

Virginia Mendes está em São Paulo realizando exames de rotina, por isso, não pode recepcionar a embaixatriz, em Cuiabá.

Durante a visita, Cláudia Abbas, fez questão de registrar que a presidente do Conselho de Mulheres de Negócios dos Emirados Árabes Unidos, Farida Al Awadhi, reforçou a vontade de vir a Mato Grosso para conhecer as aldeias indígenas e o programa SER Família Indígena.

Virginia e Farida se conheceram em Dubai e a presidente ficou impressionada com a cultura indígena e de como o Governo de Mato Grosso auxilia as aldeias para o desenvolvimento de forma sustentável por meio do programa idealizado pela primeira-dama, que é madrinha dos povos indígenas.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Lacen de Mato Grosso é referência em análise laboratorial de meningites

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O Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso (Lacen-MT), gerido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), atua como referência em análise laboratorial dos vários tipos de meningites, realizando exames essenciais para a confirmação rápida e precisa da doença.

A partir de 2024, com a implementação da técnica de Reação em Cadeia da Polimerase (RT-PCR), o laboratório passou a identificar simultaneamente os principais agentes causadores da meningite, como vírus, bactérias e fungos, além de permitir a identificação da bactéria (sorogrupagem) que causa a doença meningocócica (uma das formas mais graves de meningite), com resultados liberados em até 24 horas.

Entre janeiro de 2023 e abril de 2026, foram liberados 1.174 exames para investigação de meningite bacteriana.

“O Lacen recebeu muitos investimentos nos últimos anos e, hoje, desempenha um papel fundamental na rede pública de saúde, ao garantir diagnósticos rápidos e precisos para casos suspeitos de meningite. É fundamental que os pais mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia, garantindo que elas estejam protegidas contra as principais doenças”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.

Com o uso da técnica RT-PCR, as amostras, que precisariam ser enviadas para outros laboratórios do país, podem ser analisadas pelo Lacen, um laboratório público de referência nacional, com estrutura e tecnologia de ponta que promove mais celeridade na liberação dos resultados.

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“A meningite é de notificação compulsória e deve ser comunicada às autoridades de saúde em até 24 horas após a identificação do caso suspeito. Dessa forma, a área responsável pode adotar medidas rápidas e estratégicas de investigação e, se necessário, gerar a interrupção da cadeia de transmissão”, afirmou a diretora do Lacen, Elaine Cristina de Oliveira.

Saiba mais sobre a meningite

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, geralmente causada por infecções. Pode ser provocada por vírus, bactérias ou, mais raramente, fungos, sendo as formas bacterianas as mais graves. Os principais sintomas incluem febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, náuseas, vômitos e, em casos mais severos, confusão mental.

Uma das principais causadoras da meningite é a bactéria Neisseria meningitidis (meningococo), que é considerada grave e pode acometer pessoas de todas as idades. É essa bactéria que causa a doença meningocócica.

A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções respiratórias de indivíduos infectados ou doentes. O período de incubação varia de dois a dez dias, sendo, em média, de três a quatro dias.

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Entre os tipos de meningite, destacam-se: a doença meningocócica (que apresenta diferentes sorogrupos, como A, B, C, Y, W e X), meningite tuberculosa, meningites por outras bactérias, meningite por hemófilos, meningite por pneumococos e meningites fúngicas.

Além disso, a meningite também pode ser contraída por fatores não infecciosos, como traumas, doenças inflamatórias, uso de medicamentos e neoplasias (crescimentos anormais de células que se multiplicam de forma descontrolada, sendo benignos ou malignos).

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza a vacina meningocócica do tipo C, aplicada em bebês dos três aos cinco meses, e a vacina meningocócica conjugada, que protege contra os tipos A, C, W e Y, e é aplicada como dose de reforço em crianças de até 12 meses de idade e para adolescentes de 11 a 14 anos.

A cobertura vacinal de meningococo C em menores de 1 ano é de 98,72% em Mato Grosso.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT

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