Mato Grosso

Dois homens são presos pela Polícia Militar com pistola e porções de entorpecentes

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Dois homens, ambos de 20 anos, foram presos por tráfico de drogas e porte ilegal de arma pela Companhia de Rondas e Ações Intensivas Ostensivas (Raio), na madrugada desta sexta-feira (02.08), em Lucas do Rio Verde. Com a dupla, foram apreendidas porções de substância análoga à maconha e uma pistola.

Por volta de 02h da madrugada, a equipe do Raio recebeu denúncia e endereço de um homem que estava fazendo a venda de drogas dentro da casa onde mora. Imediatamente, os policiais foram ao local e entraram em contato com a mãe do suspeito, que foi informada sobre a denúncia, autorizando os policiais a entrarem na casa.

Em buscas no quarto do suspeito, os militares encontraram um tablete de cocaína e porções da mesma droga, além de um carregador de pistola de calibre .9mm contendo 10 munições.

Neste momento, os dois suspeitos se aproximaram da casa e a testemunha afirmou que um deles seria seu filho. A dupla foi abordada e a PM localizou uma pistola na cintura de um dos homens.

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Ao serem perguntados sobre a droga, os suspeitos confessaram a propriedade do material, além de afirmarem que, em uma segunda casa, havia mais entorpecentes que seriam vendidos por eles.

Os militares do Raio foram até o segundo endereço e encontraram mais porções de cocaína e maconha e pedras de pasta base. Também foram localizadas balanças de precisão e materiais para embalagem das drogas.

Os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia de Lucas do Rio Verde, com todo material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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