Mato Grosso

Corpo de Bombeiros realiza mais de 44 mil atendimentos pré-hospitalares em Mato Grosso em um ano

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Prestar os primeiros socorros ainda no local da ocorrência pode ser decisivo para salvar vidas e reduzir o risco de sequelas. Em Mato Grosso, o atendimento pré-hospitalar está entre as principais frentes de atuação do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), que realizou 44.199 atendimentos desse tipo em 2025, em diferentes situações de emergência registradas em todo o Estado.

Esse tipo de atendimento envolve procedimentos técnicos voltados à avaliação e estabilização das vítimas até o encaminhamento seguro para unidades de saúde. As equipes atuam em diversos cenários, como acidentes de trânsito, traumas, quedas, emergências clínicas, paradas cardiorrespiratórias e episódios de mal súbito.

Ao longo do ano passado, a demanda por atendimentos pré-hospitalares apresentou crescimento progressivo, especialmente no segundo semestre. Nos primeiros meses de 2025, foram registradas 2.998 ocorrências em janeiro, 2.767 em fevereiro e 3.402 em março. A partir de abril, o volume manteve tendência de elevação, com 3.477 atendimentos, chegando a 3.834 em maio.

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Em junho, foram contabilizadas 3.488 ocorrências, enquanto julho fechou com 3.675 atendimentos realizados pelas equipes do CBMMT.

A marca mensal ultrapassou quatro mil registros a partir de agosto, quando foram somados 4.199 atendimentos. O índice permaneceu elevado em setembro, com 4.096 ocorrências, e atingiu o maior volume do ano em outubro, com 4.232 registros. Em novembro, foram contabilizados 4.028 chamados e, em dezembro, 4.003 ocorrências.

Entre os municípios com maior número de atendimentos realizados em 2025, Rondonópolis lidera o ranking, com 10.680 ocorrências contabilizadas entre janeiro e dezembro. Em seguida aparece Sinop, com 4.188 registros no período analisado. Já Primavera do Leste somou 3.127 atendimentos pré-hospitalares prestados pela corporação.

Para fortalecer a capacidade de resposta às emergências em todo o Estado, o Corpo de Bombeiros tem investido na ampliação do serviço de resgate. Entre as iniciativas estão a implantação do moto resgate e a ativação do atendimento médico avançado em municípios estratégicos.

As medidas contribuem para reduzir o tempo de chegada das equipes às ocorrências e aprimorar a eficiência no socorro às vítimas, especialmente em situações críticas.

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De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, o atendimento pré-hospitalar é uma das atividades mais relevantes desempenhadas pela corporação na resposta a emergências em todo o Estado.

“O atendimento pré-hospitalar é fundamental para garantir suporte imediato às vítimas até que possam ser encaminhadas para unidades hospitalares, reduzindo riscos e aumentando as chances de sobrevida. Por isso, mantemos equipes em constante capacitação e prontidão para atuar em qualquer horário e em todas as regiões do Estado, utilizando protocolos técnicos e equipamentos adequados para cada tipo de ocorrência”, destacou o comandante-geral.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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