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Cine Teatro Cuiabá é palco de espetáculo sobre a ditadura militar em Mato Grosso

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O Cine Teatro Cuiabá está sendo o palco do espetáculo ”60 Anos Depois”, que conta a história da ditadura militar em Mato Grosso. Com sessões gratuitas, a peça é apresentada todos os sábados e domingos do mês de maio, na sala Anderson Flores, no primeiro piso do equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

A retirada de ingresso é gratuita e deve ser feita na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá, de quinta a domingo, das 14h às 19h, com sugestão de doação de 2kg de alimentos não perecíveis.

Encenado pelo grupo Cena Onze, o espetáculo ”60 Anos Depois” é uma adaptação do texto original do historiador João Carlos Vicente Ferreira.

A narrativa é feita pelo olhar do professor mato-grossense Waldir Bertúlio, testemunha ocular de fatos que marcaram a época da ditadura militar em Mato Grosso (1964 a 1985), quando poucos tinham conhecimento do que estava ocorrendo de fato.

A peça, que homenageia pessoas que moraram no Estado e lutaram no período militar, é patrocinada pela Secel-MT por meio de emenda parlamentar. A pré-estreia ocorreu no mês de abril, em Cáceres (MT) e, após essa temporada em Cuiabá, irá circular em outros municípios do Estado.

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O Cine Teatro Cuiabá recebe também, de sexta (17.05) a domingo (19.05), mostras de dança, que celebram hits musicais que marcaram gerações e de homenagens às mães. As apresentações são realizadas por estúdios de dança particulares. Mais informações da programação no site https://cineteatrocuiaba.org.br/

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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