Mato Grosso

Chacareiro afirma que nova ponte sobre o Rio Cuiabá vai encurtar caminho para ver os filhos em VG: “Uma maravilha”

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Uma das mais de 70 mil pessoas que serão beneficiadas diretamente com a conclusão da obra da Ponte do Atalaia, entre Cuiabá e Várzea Grande, é o chacareiro Pedro Ribeiro da Silva, que tem uma propriedade no Parque Atalaia e precisa cruzar o Rio Cuiabá para visitar os filhos, em Várzea Grande.
Foto: Daniel Berigo/Secom-MT

A ponte de 420 metros está sendo construída pelo Governo de Mato Grosso com investimento de R$ 40,4 milhões.

“Vai ser uma maravilha porque saio nela e já estou em Várzea Grande e quem está vindo de lá é só atravessar que está dentro de Cuiabá”, afirmou o morador, sobre a ponte que liga a região do Parque Cuiabá à região do Parque do Lago, em Várzea Grande.
Governo também vai asfaltar vias de acesso à Ponte do Atalaia – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Além dos recursos investidos na construção da ponte, o Governo do Estado está aplicando R$ 31 milhões para o asfaltamento de 3,29 km das avenidas P no Parque Atalaia, na Capital, e São Gonçalo, em Várzea Grande, que ligam a ponte.

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“Essa ponte vai dar maior fluidez ao trânsito de Cuiabá a Várzea Grande e facilitar o acesso ao Aeroporto Marechal Rondon, e, estrategicamente, vai ser muito importante para as duas regiões”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Marcelo Oliveira.
Obra está prevista para ser concluída em outubro deste ano – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

A construção da ponte está avançada, com as vias de acesso sendo preparadas para receber o asfalto. A previsão de conclusão é até outubro deste ano.

A Ponte do Atalaia será a sexta ligação entre Cuiabá e Várzea Grande. Atualmente, o acesso é feito pelas pontes Mário Andreazza, Júlio Müller, Sérgio Motta; JK, na Rodovia dos Imigrantes, e Ponte Nova. A sétima será a do Rodoanel, que está em construção.

Assista abaixo a reportagem de Israel Prates

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada

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A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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