Mato Grosso

CGE abre inscrições para capacitação em Gestão e Fiscalização de Contratos Administrativos

Publicado em

A Controladoria Geral do Estado (CGE) está com as inscrições abertas para uma nova capacitação para os servidores que atuam na gestão e fiscalização de contratos administrativos.

O curso, que ocorrerá no dia 23 de setembro, será realizado no auditório da CGE e também será transmitido ao vivo pelo canal oficial do órgão no YouTube.

Com o objetivo de atender às novas diretrizes estabelecidas pela Nova Lei de Licitações e Contratos, o treinamento é uma oportunidade para os servidores do Executivo aprimorarem seus conhecimentos e habilidades. Serão oferecidas 300 vagas para este curso, que busca capacitar os profissionais que desempenham funções cruciais na gestão e fiscalização de contratos.

O treinamento será conduzido pelo auditor do Estado, Orlando Cames, que traz uma vasta experiência na área. Durante o curso, os participantes terão a oportunidade de explorar uma ampla gama de temas, incluindo introdução à fiscalização de contratos, funcionamento dos macroprocessos de aquisição e contratações, controle, gestão e fiscalização, além de objetivos e perfil do fiscal e gestor.

Leia Também:  ABHB Abre Inscrições para a Prova de Eficiência Alimentar 2025

Esta capacitação faz parte do Programa CGE Orienta, que tem como missão proporcionar aos servidores estaduais uma formação robusta e alinhada com as melhores práticas de gestão pública. O programa busca não apenas a atualização dos conhecimentos dos participantes, mas também o aprimoramento das práticas de controle e fiscalização no setor administrativo do Executivo Estadual.

Para se inscrever, acesse AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

Ministério Público MT

Decisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia

Published

on

A pedido do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a Justiça determinou o acolhimento institucional de dois irmãos em situação de vulnerabilidade em Primavera do Leste, além da fixação de alimentos provisórios a serem pagos pelo genitor. A decisão foi proferida pela 1ª Vara Cível do município após atuação da 2ª Promotoria de Justiça Cível.O caso chegou ao Judiciário após acompanhamento realizado pela rede de proteção, que identificou sucessivas situações de risco envolvendo as crianças. Conforme os relatórios encaminhados aos autos, os menores estavam sob os cuidados da avó paterna, pessoa idosa que não reunia condições físicas e cognitivas adequadas para garantir a assistência necessária, enquanto o pai não aderiu aos acompanhamentos psicológico e psicossocial indicados pelos órgãos responsáveis e apresentava participação limitada nos cuidados dos filhos.Diante do agravamento do quadro e do insucesso das medidas extrajudiciais adotadas, o MPMT ingressou com pedido de medida protetiva visando assegurar os direitos fundamentais das crianças. Na ação, o Ministério Público destacou a persistência da situação de vulnerabilidade, as dificuldades de acompanhamento escolar, psicológico e de saúde, além da inexistência, naquele momento, de familiares aptos a assumir a guarda.A Justiça reconheceu a situação de risco decorrente da omissão parental e deferiu a medida protetiva de acolhimento institucional, considerada excepcional e provisória, com o objetivo de garantir a proteção integral dos irmãos até que seja avaliada a possibilidade de reintegração familiar ou outra medida adequada.Além do acolhimento, a decisão fixou alimentos provisórios em favor das crianças no valor correspondente a 60% do salário mínimo vigente, a serem pagos de forma rateada entre os genitores. O magistrado ressaltou que o acolhimento institucional não afasta o dever legal de sustento dos filhos, obrigação inerente ao poder familiar e prevista na legislação brasileira.Para o promotor de Justiça Matheus Pavão de Oliveira, titular da 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste, a medida reforça a prioridade absoluta conferida à proteção de crianças e adolescentes. “Quando todas as alternativas de proteção e fortalecimento familiar se mostram insuficientes para cessar uma situação de risco, o acolhimento institucional pode se tornar necessário para garantir a integridade e o desenvolvimento da criança”, destacou.

Leia Também:  Escola de Governo realiza segunda etapa do Seminário de Gestão do Conhecimento

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA